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Nova Basileia vai prejudicar bancos médios

São Paulo - Desde a crise econômica mundial, o sistema financeiro se encontra em um cenário diferenciado, o que ocasionou na criação em 2010 do Acordo Basileia III. Diante desse novo panorama, as instituições financeiras precisam adaptar suas operações para as mudanças na definição do capital e adoção de novos requerimentos mínimos de liquidez, o que pode ocasionar em uma consolidação do mercado bancário. Os bancos de pequeno e médio porte dependentes de fontes de recursos limitados não sobreviverão às novas exigências, apontaram os analistas presentes na 1ª Conferência sobre Basileia III, organizada pelo International Business Communications (IBC).

Definido por dirigentes de bancos centrais e órgãos reguladores de todo o mundo para evitar novas crises sistêmicas, o Basileia III obriga as instituições a manter mais capital como garantia de risco para empréstimos e investimentos. A exigência mínima será de 4,5%, mais uma reserva de 2,5%.

Em fevereiro deste ano, o Banco Central divulgou o Comunicado 20.605, que estabelece um cronograma para a adoção da regulamentação. As regras prudenciais complementares entram em vigor no Brasil em julho de 2012 e o aumento de capital em janeiro de 2014, dois anos antes do sistema financeiro mundial.

Diante do restante do mundo, o Brasil está numa posição mais confortável de liquidez e capital devido as rígidas regulamentações já existentes. No entanto, as mudanças operacionais persistem em causar impactos, segundo os palestrantes.

Para o analista de risco Luciano Schmidt, haverá uma visão mais sistêmica do risco de liquidez com a nova forma de cálculo que mede o índice de capital de curto prazo (LCR) e longo prazo (NFSR), ao contrário do que acontecia anteriormente, quando eram definidos de acordo com os princípios de cada instituição. "O Basileia III no Brasil vai exigir índices mínimos de liquidez a serem mantidos pelos bancos, com índices de captação de recursos de curto e longo prazo. Além disso, haverá a necessidade de envio periódico de informações ao BC".

Na aplicação de índices de capital, os bancos de médio e grande porte que dependem de fontes de captação interbancárias, como a curto prazo e cessão de carteiras, terão dificuldades para se reestruturar ao novo modelo. "Eu acho que o principal impacto vai ser nos bancos de pequeno porte que dependem de operações de curto prazo com outras instituições financeiras. Esses bancos devem reestruturar seu modo de operar para não depender dessas captações. Quem não se reposicionar vai ser engolido ou fundido com outros bancos", esclareceu o Schmidt.

A especialista em análise de risco do banco Cacique, Cristiane Guedes, também acredita na consolidação por conta da escassez de opções de captação e dependência financeira e intelectual do BC. Contudo, Cristiane argumenta que as instituições financeiras de menor porte com controle estrangeiro não serão impactadas, já que possuem conhecimento técnico e operacional de grandes bancos internacionais. "Já existe [no banco Cacique] o trabalho de risco sendo feito por conta do controlador Société Générale. Na França já estão com Basileia implementado e é uma das imposições do grupo, no mesmo nível e cobrança de um grande banco local."

Outro exemplo de banco médio que não enfrentará problemas com a regulamentação é o BicBanco, já que boa parte do capital vem de emissões no exterior e depósito à vista. (Veja mais no texto ao lado). Gisela Fonseca, do departamento de Basileia do Santander, conta que o banco já realiza a implantação de um modelo de análise de risco de crédito há 10 anos. "A gente tenta identificar os riscos, fazer os cálculos de variáveis exigidas no Acordo de Basileia, e a segmentação das nossas contrapartes para conseguir definir qual curva será utilizada para o cálculo. Com isso, construir uma base de dados com as informações para facilitar análises e cálculo final de parcela de crédito."

A redefinição dos cálculos para empréstimos pode ocasionar na redução da rentabilidade. O analista Luciano Schmidt explica que os bancos deixarão de fazer operações de crédito para deixar em reserva. Para ele, uma das soluções seria considerar como custo operacional e repassar para as taxas de juros.

Fonte: DCI - 03/06/11

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