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Com novas regras, custos dos empréstimos de cooperativa de crédito podem cair

SÃO PAULO – O CMN (Conselho Monetário Nacional) autorizou o Banco Central  a simplificar a contabilidade das cooperativas de crédito do País. Com menos burocracia, essas centrais devem reduzir os custos de concessão de empréstimos, na avaliação do diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.

A partir de janeiro de 2011, o BC exigirá dessas instituições um indicador único de avaliação de riscos e um novo valor mínimo de capital para que elas possam atuar. Para o CMN, essas cooperativas não precisam apresentar demonstrativos referentes a riscos em que elas não necessariamente incorrem, uma vez que possuem baixa complexidade operacional.

Para Santos, com a revogação da exigência de apresentação, ao Banco de Central, de diversos documentos, as cooperativas não precisarão mais contratar consultores para elaborá-los. Com a redução dos custos, as operações feitas pelos associados das cooperativas podem ter custos menores. “Saímos de uma situação em que uma mesma obrigatoriedade atingia todo o universo do cooperativismo de crédito”, ressaltou, de acordo com a Agência Sebrae.

Disseminação do cooperativismo de crédito
Cooperativas de crédito são associações de pessoas com interesses econômicos comuns. Segundo a lei que rege esse tipo de instituição (Lei 5.764), as cooperativas não têm fins lucrativos e destinam-se a “prover, por meio da mutualidade, a prestação de serviços financeiros a seus associados, sendo-lhes assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro”. Nas cooperativas, os associados são donos e usuários, provendo crédito e utilizando-se dele.

A nova medida, de acordo com a Agência, faz parte do processo de flexibilização das regras em favor da disseminação do cooperativismo de crédito no Brasil. “Mais competitividade é fundamental para que as cooperativas ampliem de forma mais acelerada a sua participação no sistema financeiro nacional, hoje em torno de 2%, para algo próximo de 10% em 2020”, disse Santos.

As novas regras valem para as cooperativas com ativo inferior a R$ 200 milhões. De acordo com o BC, existem 1.307 cooperativas nessa condição. Delas, 95% têm possibilidades de adotar o modelo contábil simplificado. A medida também vale para as centrais de crédito com ativo menor que R$ 100 milhões.

Para ser beneficiado com o modelo simplificado, no entanto, as cooperativas precisam cumprir algumas exigências, entre elas, a de não manter exposição em ouro nem em moeda estrangeira, não possuir operações sujeitas à variação cambial nem aplicar em derivativos ou manter aplicações em securitização de crédito ou em cotas de fundos de investimento.

Fonte: Infomoney - 29/12/10

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