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Presidente da OCB defende intercooperação para atender à “exigência de mercado”

Defendendo a parceria das cooperativas do ramo saúde, Freitas sugeriu a Formatação de produtos específicos para cooperativas aproveitando nichos de mercado

"O Cenário Nacional da Intercooperação:  inovação, oportunidade e desafio" foi o tema da palestra do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, Márcio Lopes de Freitas, que participou com a fala inaugural do primeiro dia de atividades da XX Convenção Nacional da Uniodonto, na manhã de 21 de outubro, em Foz do Iguaçu. A Convenção discutiu  a regulação, impactos e perspectivas, reunindo cerca de 300 participantes de todo o Brasil.

O Sistema Uniodonto, com 20 mil dentistas e 2,4 milhões de usuários no país, responde por 26% do mercado da saúde suplementar odontológica. Freitas destacou que o cenário da economia atual vem impondo às cooperativas a busca de novos conceitos e de novas formas de pensar as organizações, não somente em termos econômicos, mas também de perspectivas de novos tipos de estruturas organizacionais mais enxutas e flexíveis.

Na palestra, o presidente Freitas destacou a importância da intercooperação, que deve, em sua opinião, trazer uma nítida contrapartida de benefícios econômicos para que possa  acontecer de fato. “A intercooperação é a alternativa para ampliar sua competitividade;  reduzir custo e criar estratégias para enfrentar a concentração de mercado.”, disse.

A intercooperação, que pode ser definida como “cooperação entre cooperativas”, busca o estabelecimento de parcerias e de redes de negócios com outras cooperativas ou outras empresas que agreguem valor às suas atividades e às de seus associados; Deve, também promover intercâmbio de conhecimentos, tecnologias e experiências entre as organizações de cooperativas do Sistema. Outro objetivo da intercooperação é articular a implantação de projetos em nível nacional por meio de união entre as organizações estaduais e a nacional de cooperativas e consolidar o processo de autogestão.

Para cumprir esses objetivos, Márcio apresentou como alternativa o consorciamento intercooperativo, já existente, por exemplo, no ramo agropecuário: “consórcio é uma estratégia para incrementar o poder de barganha nos mercados. Assim, as cooperativas não perdem sua personalidade jurídica”, disse.

Ele citou, ainda o exemplo do Ramo Crédito, que contém o maior número de sistemas organizados (Sicredi, Sicoob, Unicred, Cresol, etc). “Isso poderia ser um problema para a defesa da representação e para a definição das diretrizes de políticas públicas, mas duas entidades acabam aglutinando os seus interesses: o CONCRED e o CECO e se constituindo no maior exemplo de intercooperação dentro do mesmo ramo”, afirmou.

Defendendo a parceria das cooperativas do ramo saúde, Freitas sugeriu a Formatação de produtos específicos para cooperativas aproveitando nichos de mercado, “o que traz a possibilidade de negociação de pacotes de serviços com tarifas mais acessíveis e aproveitamento das redes de relacionamento e de interesses comuns das cooperativas.

A Parceria pode ser formalizada entre as Operadoras - Venda em conjunto de Plano de Saúde Médico e Odontológico ou por meio de Parceria entre operadora e prestadora de Serviço - Uma sendo prestadora de serviço da outra, vendendo Planos Médicos e Odontológicos em conjunto.

O Cooperativismo Hoje
Está presente em 1.407 Municípios de todos os estados da Federação. São municípios que apresentam Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, superior à média do país.
È responsável por 5,39% do PIB brasileiro e fatura R$ 88,5 Bilhões
São ao todo, 7.261 cooperativas, com 8.252.410 cooperados e 274.190 empregados, das quais  Cooperativas pertencem ao ramo saúde, com 225.980 cooperados, que empregam quase 56 mil pessoas.
Nos últimos dez anos, a movimentação econômico-financeira das Cooperativas dobrou no país.

O presidente da OCB citou o estudioso Sigismundo Bialoroskorki Neto, para quem, “as cooperativas são organizações que conciliam benefícios sociais e eficiência econômica por meio do trabalho associado e ajuda mútua; Esses benefícios são representados  por melhores preços  pagos aos associados, melhores condições de compra de insumos e transformação da produção/serviço recebida  dos cooperados, o que agrega valor, gera maior renda e emprego. As cooperativas tendem a crescer em número de associados e em volume de negócios, para proporcionar ganhos de escala e de tamanho.” 

Fonte: Brasil Cooperativo - 25/10/10

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