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Desembolso do BNDES atinge R$ 72,6 bi nos sete primeiros meses de 2010

Os desembolsos do BNDES atingiram R$ 72,6 bilhões nos primeiros sete meses deste ano, mostrando um ritmo forte na atividade do Banco, mas com ligeira moderação em relação ao mesmo período do ano passado. O anúncio foi feito pelo presidente Luciano Coutinho nesta quarta-feira, 11, em entrevista coletiva na sede do Banco.

Em relação aos sete primeiros meses de 2009, as liberações registram uma leve queda, de 3%. A variação é explicada em grande parte pelo efeito do empréstimo excepcional de R$ 25 bilhões concedido em 2009 à Petrobras, cujos desembolsos se encerraram em junho.

Com isso, reverteu-se em julho o comportamento que vinha sendo observado ao longo do primeiro semestre do ano, quando os desembolsos, que encerraram a primeira metade do ano em R$ 59,3 bilhões, registraram alta de 38% em relação ao período de janeiro a junho do ano passado.

Com relação às aprovações, houve expansão de 14% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado, com o indicador atingindo R$ 99,5 bilhões. As consultas ficaram estáveis em R$ 134,1 bilhões, e os enquadramentos, no valor de R$ 104,5 bilhões, caíram 5%.

O PSI (Programa de Sustentação do Investimento), que completou um ano de vigência em julho, tem sido um dos principais destaques da atuação do BNDES. O programa já tem uma carteira de R$ 82,4 bilhões, sendo mais de 70% desse total (R$ 59,4 bilhões) destinado à aquisição de máquinas e equipamentos, acelerando os investimentos.

A maior participação nos desembolsos do Banco em janeiro/julho coube ao setor de Infraestrutura, com R$ 28,2 bilhões (39% do total liberado pelo Banco). Em seguida, veio a Indústria, com 33% e R$ 23,8 bilhões em liberações.

O segmento de Comércio e Serviços, com R$ 14,8 bilhões desembolsados, foi o que teve maior incremento relativo ao longo do ano: crescimento de 125% nos desembolsos e participação de 20% nas liberações globais. O PSI, com grande alcance também na aquisição de máquinas e equipamentos pelo setor terciário, explica os resultados.

Os desembolsos à Agropecuária somaram R$ 5,6 bilhões e cresceram 52% em relação ao mesmo período do ano passado, com participação de 8% sobre o total.

Na Infraestrutura, o destaque foi o segmento de transporte rodoviário, cujos desembolsos somaram R$ 15,1 bilhões, uma alta de 137% na comparação com janeiro/julho do ano passado. O bom desempenho deve ser mantido nos próximos meses, pois as aprovações de financiamentos a transporte rodoviário atingiram patamar elevado de R$ 18,8 bilhões nos primeiros sete meses do ano (alta de 191%). Aí estão contemplados empréstimos à aquisição de ônibus e caminhões, itens também apoiados pelo PSI.

Na Indústria, os maiores destaques nos desembolsos foram observados no segmento Têxtil e Vestuário (alta de 418%), Mecânica (132%), Alimentos e Bebidas (69%) e Material de Transporte (65%). O comportamento se repete nas aprovações de novos financiamentos.

Já os desembolsos ao segmento de Química e Petroquímica caíram 85%, atingindo R$ 3,5 bilhões em janeiro/julho último. A queda é explicada mais uma vez pelo fim dos desembolsos dos empréstimos à Petrobras, classificados neste segmento industrial. Seguindo a mesma lógica, as aprovações à Química e Petroquímica, no total de R$ 6 bilhões, recuaram 73% no período.

Doze meses - Na comparação dos últimos dozes meses encerrados em julho, os desembolsos do BNDES cresceram 11% e chegaram a R$ 134,9 bilhões. As aprovações acumularam R$ 182,2 bilhões (alta de 21%), os enquadramentos ficaram  estáveis em R$ 185 bilhões e as consultas, de R$ 225,4 bilhões, aumentaram 9%. Mais uma vez, os resultados refletem, em grande parte, o sucesso do PSI.

Do total de financiamentos liberados pelo BNDES entre agosto de 2009 e julho de 2010, R$ 48,3 bilhões foram para a Indústria (queda de 19%) e R$ 52,3 bilhões para a Infraestrutura (alta de 23%). Comércio e  Serviços, no entanto, foi o segmento que mais cresceu em termos relativos, com R$ 25,6 bilhões em desembolsos (alta de 108% na comparação com R$ 12,4 bilhões registrados nos 12 meses anteriores). À Agropecuária, o BNDES desembolsou  R$ 8,8 bilhões no período (expansão de 49%).

Na Indústria, os desembolsos à Química e Petroquímica caíram 72% no período de 12 meses, refletindo a elevada base de comparação resultante do efeito do empréstimo à Petrobras. Alimentos e bebidas (R$ 11,2 bilhões desembolsados), material de transportes (R$ 10,7 bilhões)  e mecânica (R$ 5,6 bilhões) e têxtil e vestuário (R$ 1,5 bilhão)   foram destaque de crescimento nas liberações em doze meses.

Na Infraestrutura, o maior desembolso ocorreu no segmento de transporte rodoviário, com R$  22,4 bilhões (alta de 65,5%).

Fonte: BDNES - 11/08/10

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