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Dirigente da ANS quer remédio pago por plano

O presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Maurício Ceschin, defendeu ontem em São Paulo uma proposta polêmica e de difícil execução: que os planos de saúde financiem também medicamentos de uso domiciliar, além da assistência médica e odontológica.

A lei que regula o setor de planos atualmente veta a cobertura de medicamentos de uso domiciliar - só os fornecidos durante a internação são pagos.

No próximo ano, vamos discutir como incorporar o benefício do medicamento de alguma forma. Hoje, os pacientes fazem a consulta no setor privado e vão ao SUS retirar o medicamento. Não vejo por que não trazer esse benefício à saúde suplementar, afirmou o dirigente, que assumiu há duas semanas, a uma plateia de médicos reunidos no Hospital São Paulo a convite da Associação para o Desenvolvimento da Medicina, que apoia a unidade federal. Após o evento, Ceschin respondeu que ainda não sabe como realizar a proposta, defendida por órgãos dos consumidores. Quero fazer, se é possível não sei, afirmou, ressaltando que planos em outros países fazem a cobertura.

Ceschin assumiu o cargo sob fortes críticas de entidades de defesa dos consumidores, em razão de ter trabalhado para grandes operadoras e corretoras de planos. Nas últimas semanas, reuniu-se com os grupos, passou a divulgar diariamente ações da agência no site e se aproximou de médicos paulistas de renome, antigos conhecidos que simpatizam com o novo presidente.

Parece que quer fazer os cinco anos em cinco meses. Mas não se resolve tudo em alguns meses, afirmou Daniela Trettel, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, logo após Ceschin assumir. Quando não faz, falam. Quando faz, falam também, respondeu o dirigente ao Estado.

Contribuições. Durante o evento, Ceschin também defendeu que os planos contribuam para o Samu, atendimento de urgência feito por ambulâncias do SUS. E que façam aportes no Sistema Nacional de Transplantes.

Quem faz o atendimento emergencial é a saúde pública. Por que o sistema privado dá o direito e não faz? Por que não se liga ao sistema público e ajuda a financiar?, questionou o presidente. Por que não um sistema que se constitua de recursos comuns?, disse em seguida sobre os transplantes, cuja maioria das operações não é coberta pelos planos de saúde. É preciso conversar. Cada acréscimo de serviço é um acréscimo de custo. Será que a sociedade quer pagar mais?, comentou sobre as propostas Solange Mendes, diretora executiva da Fenasaúde, que reúne operadoras do setor.

Ceschin também voltou a afirmar que a agência definirá prazos máximos de atendimento a consultas e cirurgias. Ainda de acordo com o dirigente, o órgão está próximo de um acordo para que os hospitais não sejam mais remunerados por item fornecido, mas pela assistência global prestada ao paciente.

Fonte: Plurall - 04/08/10


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