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Alemanha resiste a adotar exigências de Basileia 3

O Bundesbank, o Banco Central da Alemanha, não endossou as novas normas de regulação financeira fixadas pelo Comitê de Basileia na segunda-feira. A revelação foi feita ontem pela imprensa europeia, que atribui a decisão a interesses de setores do sistema financeiro do país, que seriam atingidos pelas medidas.

Com o desacordo, a decisão sobre a adoção ou não das regras de Basileia 3 pela maior economia da União Europeia só será tomada em setembro, após nova rodada de negociações. O acordo conhecido como Basileia 3 prevê que os bancos terão de criar uma camada de capitalização para se proteger de uma eventual nova crise. Porém, para alguns bancos, a exigência pode significar uma redução das atividades.

O governo e os bancos alemães também resistem a uma maior regulação e à obrigação de apresentar seus balanços completos. Mesmo que os detalhes das restrições não tenham sido revelados, o Estado apurou que elas não se referem ao nível de exigência das normas, e sim ao conceito de capital, que prejudicaria os bancos cooperativos e caixas alemãs.

O comportamento dos setores público e privado alemão tem deixado o mercado apreensivo. Há poucos meses, Berlim liderava os apelos por maior transparência e maior regulação. Hoje, dá sinais contraditórios e se mostra incomodada com as exigências de mudança no perfil de seus negócios.

Diante do resultado do teste de estresse de 91 bancos europeus, o mercado reagiu de forma positiva nos últimos dias. O euro atingiu sua máxima em quase dois meses ontem e as ações nas bolsas europeias subiram ontem pelo sexto dia consecutivo.

Mas, ao divulgar o resultado do teste de estresse na sexta-feira, os bancos alemães evitaram indicar qual seria sua exposição sobre a dívida grega. No início da semana, a pressão do mercado e dos reguladores europeus surtiu efeito e os bancos tiveram de abrir seus livros para não continuar perdendo nas bolsas.

O Hypo Real State acabou revelando que tem uma exposição sobre a dívida grega de 7,9 bilhões, e o Commerzbank de 2,9 bilhões. Os alemães LBBW, Postbank, WGZ e Landesbank Berlim também estão expostos e evitavam revelar seus números. Juntos, os bancos alemães são os mais expostos à Grécia, num total de 15 bilhões.

Berlim rejeita a tese de que esteja evitando uma regulação global mais dura sobre o setor financeiro. O comitê que fechou o acordo na segunda-feira ainda fará mudanças antes que o texto seja levado à cúpula do G-20, em dezembro. O lobby do setor financeiro deve trabalhar de forma incansável para amenizar as leis. "Temos dúvidas sobre a decisão do Comitê da Basileia", disse a porta-voz do BC alemão, Madleen Petschmann.

O problema para a Alemanha, segundo Berlim, é de que o acordo foi desenhado para grandes bancos, e não para bancos regionais e de tamanhos médio e pequeno, que são a coluna vertebral da economia alemã. "As regras devem variar de acordo com os níveis de risco", afirmou Wolfgang Gerke, presidente do Centro Financeiro da Bavária.

A recusa provisória da Alemanha a Basileia 3, entretanto, não causa problemas em sua implantação no resto do mundo. Isso ocorre porque as normas do Comitê de Basileia têm caráter de recomendações e podem ou não ser adotadas pelos bancos centrais. As 27 autoridades monetárias representadas na reunião de segunda-feira - entre elas a do Brasil - se comprometeram a adotar a nova regulamentação.


RAZÃO PARA...

A Alemanha não assinar o acordo Basileia 3

1. O governo rejeita aplicar a seus bancos regionais as mesmas regras que UE e EUA aplicarão. A ideia dos alemães é de que bancos que operam como cooperativas, caixas de poupança e com um nível de apetite ao risco muito inferior aos bancos globais não podem ser submetidos às mesmas exigências.

Fonte: Estadão - 28/07/10

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