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Planos de saúde não são mais obrigados a cobrir implantes auditivos

Nascer sem poder ouvir a melodia de uma canção, os muitos sons da natureza. Viver no silêncio. A ciência tem muitos recursos para melhorar a vida de quem tem deficiência auditiva. Mas especialistas dizem que uma decisão da Agência Nacional de Saúde acabou tornando mais difícil o acesso a esses recursos.

A partir de agora, os planos de saúde não são mais obrigados a cobrir implantes auditivos. Uma resolução da Agência Nacional de Saúde desobriga os planos de saúde a cobrirem implantes em deficientes entre 6 e 18 anos. Para as outras faixas etárias, os planos só precisam pagar pelo implante de um ouvido.

Sentir o novo e aprender o que parece comum. Para Francisco, é o despertar de 11 anos vivendo no silêncio. O menino que nasceu com deficiência auditiva colocou um implante no ouvido há dois meses.

“Quando chegamos em casa, ele queria treinar, queria ouvir o barulho. Pediu para o pai sair, o pai dele batia na porta e ele dentro. Ele ouvia o barulho, ia lá e abria a porta. A alegria dele é muito legal”, conta a mãe do Francisco, Marinalva Costa.

O implante é feito na parte interna do ouvido, envolvendo a cóclea, onde ficam as células auditivas. Do lado de fora, um aparelho com microfone e antena transmite o som para o equipamento interno que conduz direto ao nervo e dali para o cérebro.

A operação e o aparelho são caros, totalizam em média R$ 100 mil. A família de Francisco só conseguiu fazer usando o plano de saúde e foi por pouco. Um mês depois, a Agência Nacional de Saúde (ANS) mudou as regras.

Agora, o paciente que tiver entre 6 e 18 anos e precisar do implante não pode mais fazer pelo convênio. A portaria da ANS impõe outras restrições. Para as demais idades, o plano de saúde deve cobrir as despesas para apenas um ouvido. A Associação Brasileira de Otorrinolaringologia contesta.

“Uma pessoa que nasce, por exemplo, sem audição o ideal é que ela faça no primeiro, segundo ano de vida, porque as células ainda estão ativas e podem ainda entender. Quanto mais tempo sem ouvir, piora situação dela no que diz respeito ao resultado”, explica o presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia Ricardo Ferrreira Bento.

Críticas também são feitas à nova regra que desobriga o convênio a custear as cirurgias dos dois ouvidos.

“Em vez de dar um óculos com duas lentes paras pessoas que têm dois olhos, você dá um monóculo que usava há 200 anos, porque um monóculo é uma lente só. É mais barato do que duas. Pessoa vai enxergar com monóculo. Mas é muito melhor você ter dois olhos”, argumenta o presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia Ricardo Ferrreira Bento.

Depois de perder a audição por causa de uma meningite, o assessor técnico Walter Kuhne Junior colocou o implante em um ouvido, mas sentiu a necessidade de operar o outro.

“Eu tinha muito dificuldade em restaurantes na hora do almoço, falar ao telefone, até manter uma conversa com uma pessoa em frente que estava ali na mesa almoçando comigo. Puxa vida, faz uma diferença. Realmente mudou a minha vida para melhor”, compara o assessor técnico Walter Kuhne Junior.

Em nota, a Agência Nacional de Saúde informou que não foram apresentadas evidências científicas de que o implante em dois ouvidos seja superior ao implante em apenas um ouvido. Mas a ANS diz que se novas pesquisas comprovarem essa necessidade, a regra pode sofrer mudanças novamente.

Fonte: Plurall - 21/07/10

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