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Impacto financeiro do novo rol da ANS não chega a 1%

Ao contrário do que boa parte das operadoras tem dito, um estudo da Aon Consulting mostra que o impacto financeiro do novo rol de procedimentos nos custos das empresas de planos de saúde será de apenas 0,5% a 0,8% nos próximos 12 meses. O levantamento levou em consideração um universo de 300 mil beneficiários de planos de saúde de companhias que são clientes da Aon.

Segundo a consultoria, dos 57 novos procedimentos médicos que passam a ser obrigatórios, os que vão gerar maior impacto são psicoterapia (número de consultas permitidas aumentou de 12 para 40 por ano), seguida de por cirurgia vídeoassistida e pet-scan oncológico.

"O resultado da pesquisa também nos surpreendeu. É um estudo bem técnico e uma referência importante para calcular o próximo reajuste", disse Marcelo Munerato, vice-presidente da Aon. "Algumas seguradoras já ofereciam alguns dos procedimentos incluídos neste rol. Além disso, não acredito que haverá uma demanda tão expressiva", complementou Rodolfo Milani Junior, médico e responsável pela pesquisa da Aon.

O impacto financeiro da nova lista é inferior ao verificado em 2008. "O impacto foi de 0,83% a 1,24% porque na época foram incluídos 200 novos itens médicos", enumerou Milani.

Do outro lado, as operadoras de planos de saúde que participaram do evento em que o estudo foi apresentado, ontem em São Paulo, mostraram-se bastante insatisfeitas com o resultado do levantamento da Aon. "Fizemos várias pesquisas e constatamos que o impacto será muito maior, algo em torno de 5%", disse Mauri Raphaeli, diretor de negócios e relacionamento da Unimed Seguros. "O novo rol é mais um dos muitos custos adicionais que tivemos", complementou Gabriel Portella, vice-presidente da SulAmérica Saúde.

Durante o evento, outro tema que gerou debates acalorados foi a questão da má qualidade de atendimento de um número representativo de médicos credenciados pelos planos de saúde. "O nível de formação dos médicos está cada vez pior. Os médicos estão cada vez mais suscetíveis aos representantes dos laboratórios porque fazem o que esses profissionais recomendam e não necessariamente o que é melhor para o paciente", lamenta o neurocirurgião e diretor da Unimed Seguros.

O vice-presidente da Aon defende a gestão da rede credenciada para banir os médicos que atendem mal. Ou seja, a área de recursos humanos da empresa deveria recomendar os bons médicos e prestadores de serviços aos seus funcionários, que hoje marcam suas consultas por meio do livrinho da operadora.

Fonte: Plurall - 02/07/10

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