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Para mercados cansados de especulação, seis reformas financeiras essenciais

SÃO PAULO – Na última sessão, a reforma do setor bancário norte-americano voltou ao foco, com discursos de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, e Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, ambos defendendo a adoção de medidas para elevar a regulação do segmento.

Ao mesmo tempo, o senador republicano Judd Gregg, membro do Comitê Bancário do Senado, reavivou as esperanças de uma legislação bipartidária, após o texto regulador ter a oposição de todos os 41 senadores republicanos.

Com base nos estragos proporcionados pela última crise financeira, cresce o sentimento de que o mercado precisa de uma maior regulação. Entre uma certeza e várias propostas, fica a dúvida sobre como domar a fera.

Em meio ao cenário, Matt Koppenheffer escreveu artigo no website The Motley Fool sobre o tema, no qual lista seis reformas consideradas essenciais para os mercados financeiros, que ainda permanecem sob vigília limitada.  

Regulando o "shadow banking system"
“O shadow banking system [constituído de instituições financeiras não bancárias que concedem empréstimos] é basicamente um mercado que possibilitou as instituições financeiras fazer mais e mais dinheiro”, discorre o autor, em referência à alavancagem de Lehman Brothers e Bear Stearns, dois bancos falidos.

Para Koppenheffer, deve-se acender a luz nos shadow markets e iniciar a regulação nestas aéreas, particularmente no que diz respeito à forma como os participantes conseguem alavancar suas folhas de balanços.

Ainda maiores
Com o alvorecer da crise, cresceu a discussão em torno dos bancos “grandes demais para falir”. Conforme o autor, “tudo que vimos foi o oposto”: compra do Washington Mutual e do Bear Stearns pelo JPMorgan Chase; aquisição do Countrywide e da Merrill Lynch pelo Bank of America; e a absorção do Wachovia pelo Wells Fargo.

“Esses bancos eram muito grandes para falir antes e agora eles são ainda maiores”, completa Koppenheffer, que cita a alternativa do senador democrata Sherrod Brown para limitar o tamanho, na qual os bancos só poderiam ter passivos que atingissem até 3% do PIB (Produto Interno Bruto) do país.

Para que servem os bancos mesmo?
A terceira reforma proposta pelo autor remete às raízes do banco. “Graças aos depósitos da FDIC (Federal Deposit Insurance Corporation) e aos negócios com o Federal Reserve, é difícil chamar os bancos de instituições privadas”, avalia Koppenheffer, ao ressaltar que os bancos deveriam somente focar em seu objetivo primário: tomar depósitos e fazer empréstimos.

Nesse sentido, o autor avalia que é necessário ressuscitar a lei que proíbe os bancos de tomarem risco. “Investir em bancos deveria ser algo chato, mas seguro, como investir em uma empresa do setor elétrico, e não ter a forte emoção de se investir em uma tech”.

Clareza nos derivativos
O autor defende que a negociação de derivativos deve ser mais transparente. “Mantendo os derivativos negociados sob portas fechadas gera lucros enormes para grandes bancos de investimento como o Goldman Sachs e o JPMorgan, mas geralmente é uma notícia ruim para os clientes e arriscado para o sistema financeiro como um todo”.

Para Koppenheffer, a maior clareza nos derivativos, “sob portas abertas”, é um passo decisivo para uma mudança mais efetiva no sistema financeiro. Além disso, a fim de evitar desastres como o da AIG (American International Group), os detentores de derivativos deveriam ter colchões de reservas contra possíveis perdas.  

Governo garante inadimplentes
A quinta proposta de Koppenheffer pede maiores instrumentos de risco quando a pauta é a concessão de crédito. Para o autor, os bancos não devem emprestar para quem der sinais de que não conseguirá pagar, mesmo com as garantias dadas pelo governo, com a área de “proteção ao consumidor”.

“Se você precisa de 100% de financiamento para comprar uma casa, provavelmente você não deveria comprar uma casa”, completa o autor, em referência crítica aos programas do governo para estimular a compra de imóveis.

Ninguém fala mal do patrão
A última reforma essencial recai sobre as agências de classificação de risco, tendo em vista a ineficiência (ou não) de instituições como Moody’s e Standard and Poor’s na previsão da crise financeira.

“Os negócios das agências de classificação de risco precisam ser mudados para que as mesmas não sejam pagas pelas companhias que emitem os títulos classificados por elas”, conclui Koppenheffer.

Agora vai?
Enquanto isso, a reforma financeira nos EUA caminha para uma possível resolução entre democratas e republicanos. "Espero que realizemos um compromisso negociado porque não há uma grande partição aqui", disse Judd Gregg, senador republicano, em entrevista à rádio Bloomberg.

O senador de New Hampshire afirmou que trabalha uma proposta com o senador Jack Reed – democrata de Rhode Island – para regular a indústria de derivativos.

Por: Valter Outeiro da Silveira
21/04/10 - 19h13
InfoMoney

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