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Cooperativas de crédito brigam por mais espaço

Com fatia atual de 1,8%, objetivo das associações é aumentar participação nas operações de empréstimo do país até o final de 2019.

Na França, as cooperativas de crédito detêm participação de 43% no sistema financeiro. Na Alemanha, berço do cooperativismo, a fatia corresponde a 22%; nos Estados Unidos, templo do capitalismo, atinge 10%.

Perto de qualquer um desses patamares, os números brasileiros soam bastante modestos. Segundo dados preliminares da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o sistema cooperativista do país respondia, no fim de 2009, por 1,8% do total de crédito do sistema - foram R$ 25,1 bilhões de operações de empréstimo frente a um universo de R$ 1,411 trilhão.

"Estamos há quase uma década estacionados nesse patamar", acrescenta Sílvio Giusti, gerente de relacionamento e desenvolvimento do cooperativismo de crédito da OCB.

Mas, no que depender dos planos traçados para o setor, esse quadro está prestes a mudar. Num esforço orquestrado, as cooperativas ensaiam uma tomada de postura mais arrojada.

Seja por meio de um forte processo de consolidação, seja na busca por novos públicos para seus produtos financeiros, o objetivo já está definido: chegar ao fim desta década (2019) com uma participação de pelo menos 10% das operações de crédito do sistema financeiro nacional.

"Temos condições de, a longo prazo, sermos o sexto ou sétimo maior agente do mercado de crédito, ao lado dos bancos estrangeiros e nacionais, privados e públicos", afirma Giusti.

A evolução das concessões de empréstimo em relação aos depósitos oferece uma boa medida desse comportamento mais agressivo que vem sendo forjado de dois anos para cá pelas cooperativas.

"Até 2007, o crescimento das operações de crédito acompanha de perto o número de depósitos", diz Giusti.

A partir daí, um comportamento mais ousado na oferta de crédito começa a tomar forma. "Não significa que o volume de depósitos recuou, mas sim que passamos a oferecer mais crédito", ressalta ele.

As cooperativas não tiraram o pé do acelerador nem mesmo durante a crise financeira internacional. Em 2009, a expansão das atividades de crédito registrada pelo segmento foi de 14,6%, em linha com o sistema financeiro, que cresceu 15% - mas cujo desempenho, vale lembrar, contou com o empurrãozinho extra dos bancos oficiais, embalados pela política anticíclica do governo.

"Não houve retração em nenhum momento", destaca Giusti. "O fluxo de curto prazo permaneceu e as empresas conseguiram acessar capital de giro normalmente."

Os ativos totais do sistema cooperativista de crédito somavam, no fim de 2009, R$ 52,8 bilhões, e o patrimônio líquido, R$ 11,3 bilhões - evolução de 18,7% e de 21,5%, respectivamente.

Taxas competitivas

O tratamento tributário diferenciado conferido às cooperativas é também um aliado a ser melhor explorado. As transações entre cooperativas e associados são isentas de impostos federais.

Por isso, elas conseguem cobrar taxas de juro inferiores à média de mercado. No segmento corporativo, por exemplo, do qual as cooperativas tentam se aproximar cada vez mais, o juro médio cobrado para o desconto de recebíveis é 46% inferior ao das instituições financeiras convencionais.

Na linha de capital de giro, a diferença é ainda maior - enquanto os bancos cobram, em média, 4,03%, as cooperativas pedem 2,11%. Entre os clientes pessoa física, a tendência verificada é a mesma.

O juro do cartão de crédito está 43% abaixo da média bancária. "É uma diferença violenta, que temos de usar a nosso favor."

Fonte: Brasil Econômico - 17/03/10

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