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Expectativas para a saúde suplementar em 2010

O cenário de encerramento do ano, após a crise financeira (2008/2009), nos remete para otimismo. O último trimestre do ano com menor índice de inflação, menor taxa de juros e queda na taxa de desemprego foram relevantes.

E com o ano de copa do mundo festejos da conquista de sediar os jogos olímpicos e a próxima copa de futebol, ingredientes que alteram o humor e a disposição dos brasileiros. No segmento da saúde suplementar, que atende em torno de 20% dos brasileiros, a aposta é pelo crescimento do número de usuários. Contudo, o processo de enxugamento das operadoras não tem qualquer sinalização de retração, pelo contrário, em 2010 teremos ainda movimento de concentração, das 1.516 operadoras ativas, 40 delas detém 50% do mercado.

Dois grupos, que juntos somam 713 operadoras, estarão mais expostos a dificuldade de se manterem ativos, com média de 22 mil usuários que atuam exclusivamente em um município ou grupo de municípios de menor expressão, totalizando 16 milhões de usuários, ou 38% do mercado. É um volume expressivo, com dificuldade em atender as boas práticas, principalmente reservas, e precisam de atenção, tornando-se alvo de aquisição.

Por outro lado, em não havendo continuidade será uma massa expressiva a se incorporar no SUS, principalmente as de abrangência municipal, 250 operadoras, com carteira de usuários, em média, inferior a 10 mil usuários. Tudo leva a considerar que o mercado da saúde suplementar estará concentrado em grandes corporações, sustentadas por concentração em grandes centros e eventualmente atuando com produtos estaduais e/ou regionais.

A verticalização dos serviços também deve ser um modelo que continuará em crescimento, principalmente nas medicinas de grupo e cooperativas, restando aos tradicionais prestadores de serviço algo próximo a 25% do mercado da saúde suplementar. E não se espera qualquer alteração na composição das carteiras, historicamente com esmagadora prevalência dos contratos coletivos (70/80%).

No campo da regulamentação, vencida a classificação das administradoras e suas funções para atender a demanda dos chamados ‘planos de adesão’, é prudente estar atento a definição e classificação do grupo de pequenas empresas (PMEs), que nasceu com conceito adequado e depois foi deturpado como um substituto de planos familiares.

Neste sentido não será surpresa haver uma terceira classificação dos produtos: Coletivo, Individual e Pequena Empresa, com regras distintas entre os 3 grupos. A participação da saúde suplementar precisa crescer, não há recurso público suficiente para fazer frente as demandas do SUS e este não é um problema local, vide a proposta de reforma que os EUA estão discutindo, em que buscam exatamente o crescimento do sistema privado.

Não que temos que seguir este ou aquele, mas não refletir sobre cenário e possibilidades de economias semelhantes não será inteligente. Talvez o grande desafio a partir de 2010 seja entender e atender o novo consumidor, que tendo a disposição todos os meios de comunicação social, está informado e atualizado, tendo visão critica tanto dos produtos quanto das marcas, o que por vezes a saúde suplementar não tem aplicado seus esforços.

A sustentabilidade não é ficção e faz parte do cotidiano de forma cada vez mais intensa, sem volta e com o cidadão atento. Assim, é preciso reconhecer este novo usuário, ainda que em plano coletivo, mesmo que não tenha qualquer contribuição financeira direta, estará se manifestando sobre qualidade e sustentabilidade. Será imprescindível a renovação dos talentos.

A gestão será exigida em melhorias de processos, em aumento de eficiência, focada na satisfação do usuário, e esperando por uma nova manifestação do agente regulador, que com a possibilidade de acesso às informações, passe a atuar mais fortemente nas questões assistências. Isso é fato, basta comparar o caderno de informações da ANS ao longo dos últimos 24 meses, a avaliação de desempenho das operadoras e os programas de prevenção.

A saúde suplementar tem um incrível mercado a explorar, mas precisará ter foco. O custo da assistência médica precisa ser reduzido para ser acessível e isso tem tudo a ver com sustentabilidade, que somente será possível de ser discutida com a convergência das metas e energias dos atores.

O futuro não será construído com gestores em trincheiras distintas, como hoje lutam prestadores e operadoras, com grandes engolindo pequenos e sem demanda de serviço, tanto para os profissionais que entram no mercado como para os fabricantes de equipamentos e outros. A evolução do segmento não é algo para ser lido, constatado no pós, será preciso realizar, escrever, não a perspectiva, mas a sua história.

Fonte: Política & Poder – 04/01/10

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