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Copom desaponta novamente ao manter juros em 8,75%; 5ª maior taxa

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve o juro básico da economia, a Selic, em 8,75% ao ano. A decisão no Copom foi unânime e sem viés.

A Selic permanece como a quinta taxa de juro real mais alta do mundo, e a deliberação gerou como de costume uma avalanche de críticas dos sindicatos de trabalhadores e do capital produtivo.

A esperança de juros baixos se transfere para o pós-Meirelles.

Foi a segunda reunião consecutiva que manteve a taxa básica de juros em 8,75%. Antes, o Comitê tinha cortado o juro por cinco vezes seguidas, em uma tardia reação ao ambiente criado pela crise mundial.

O órgão, que se reúne a cada 45 dias, soltou como de costume uma nota suscinta:

"Levando em conta, por um lado, a flexibilização da política monetária desde janeiro, e por outro, a margem de ociosidade dos fatores, o Comitê avalia que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benígno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade economica".

Com a manutenção da taxa em 8,75% ao ano, a Selic continua no menor patamar nominal em sua história. Porém o juro real brasileiro permanece como o quinto mais elevado do mundo, conforme o levantamento da UpTrend Consultoria, que monta um ranking de 40 países.

Os maiores juros do mundo são: China 7,2%; Tailândia 5,9%; Argentina 4,7%; Malásia 4,5%; e Brasil 4,3%.

Representantes dos trabalhadores e do capital produtivo criticaram a decisão, que mantém a linha ortodoxa do Copom. As esperanças de uma mudança de rumos cada vez mais se transferem para depois da renúncia do presidente do BC, Henrique Meirelles (para disputar as eleições do ano que vem, concorrendo a um cargo que pode ir de governador de Goiás a deputado federal, pelo PMDB).

Veja algumas das reações à decisão desta quarta:

"A deliberação revela o caráter conservador da orientação política do comitê, que mais uma vez preferiu ignorar os interesses dos que defendem o desenvolvimento nacional e tratou de pisar no freio do crescimento. Os juros são mantidos nas alturas sob o pretexto de que a política monetária deve ser administrada para conter a inflação. Todavia, os preços estão sob controle e não há nenhuma ameaça de descontrole inflacionário à vista. Com juros altos, as prestações ficam mais caras, as empresas investem menos e as famílias reduzem os gastos, o que restringe o consumo e a produção. Em consequência, a geração de empregos diminui. É por isto que os representantes da classe trabalhadora e dos empresários do setor produtivo reclamam contra os juros altos". CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

"A decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de manter a taxa Selic em 8,75% é desastrosa para a economia brasileira. O governo perdeu uma ótima oportunidade de afrouxar o laço que estrangula a produção e amarra o crescimento econômico. Mais uma vez, os membros do Copom se curvam aos especuladores em detrimento do setor produtivo". Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical

"A decisão confirma a tendência de alta para os juros em 2010, que podem ficar em torno de 10% a 11% ao ano. A Selic maior desestimula os investimentos no capital produtivo do país, impede o crescimento do emprego e da renda e incentiva a entrada de capital especulativo, valorizando o real. Um quadro como esse garante preços competitivos dos produtos importados, beneficiando o consumidor no curto prazo. Porém, no médio e longo prazos traz desequilíbrios para as contas públicas". Abram Sazjman, presidente da Fiesp (Federação do Comércio do Estado de São Paulo)

A Fecomercio (Federação Comércio do Estado de São Paulo) classificou a decisão do BC de "conservadora". Segundo nota da entidade, A Selic maior "desestimula os investimentos no capital produtivo do País, que impede o crescimento do emprego e da renda e incentiva a entrada de capital especulativo, valorizando o real".

"Os juros poderiam ser bem menores se houvesse o equilíbrio entre as políticas fiscal e monetária. A primeira é expansionista, e segunda é conservadora ao extremo", afirma o presidente da Fecomercio, Abram Sazjman.

Fonte: Agência DIAP - 22/10/09

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