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Empresas preferem remediar a prevenir

Apesar de os gastos com internações de pacientes terem um peso superior a 40% nos custos das operadoras de planos de saúde, as empresas ainda não investem como deveriam na promoção da saúde e em ações para prevenir riscos e doenças graves entre seus segurados.

Os projetos estão mais no campo do marketing que da ação efetiva. De janeiro a agosto foram cadastrados na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) 101 programas de operadoras de todo o país. Desse total, 75% foram reprovados por não oferecer qualidade mínima. Apenas 26 deles passaram no teste, ou seja, atendem a proposta de reduzir o índice de doenças por meio de diagnósticos precoces e orientações para uma vida saudável.

No ano passado, pesquisa preliminar da ANS mostrou que a prevenção não andava nada bem na saúde privada, já que 50% dos programas que as operadoras diziam realizar não passavam de propaganda, sem impactos na melhoria da qualidade de vida dos segurados. Para mudar essa realidade, a partir deste ano as empresas passaram a ser incentivadas pelo caixa. “Antes, o dinheiro gasto com os programas entravam no balanço como custos, agora são considerados investimentos, o que aumenta o ativo das operadoras”, explica a gerente-geral da ANS, Martha Oliveira. Segundo ela, os planos de saúde já entenderam que a prevenção tem um retorno positivo para a imagem institucional e pesa na escolha dos consumidores. “Agora é preciso entender que a população está envelhecendo e, se ações preventivas não forem realizadas, o negócio vai se tornar insustentável. A economia deve ser feita não com a negativa de atendimento, mas prevenindo, para que a internação não seja necessária”, comenta.

Em Minas Gerais, apenas dois projetos foram aprovados. O bom exemplo vem da Unimed Sete Lagoas. A cooperativa conta com uma equipe multidisciplinar que monitora pacientes hipertensos, obesos, diabéticos e portadores de doenças renais crônicas, o equivalente a 5% da carteira, que conta com 30 mil usuários. “Tivemos uma redução de custos de 20%”, diz o coordenador do programa de promoção da saúde da cooperativa médica, Ricardo Silva Ramos.

Segundo ele, o programa dedicado ao atendimento domiciliar de pacientes acamados teve impacto ainda maior: a economia nos gastos foi de 40%. Otimista com os bons resultados da prevenção, a empresa planeja lançar duas outras ações, com alvo na obesidade dos adolescente e na prevenção de doenças. As ações que passaram pelo crivo da ANS têm investimentos variando entre R$ 12 mil e R$ 180 milhões ao ano. “Não significa que o mais caro terá os melhores resultados”, aponta Martha.

Ela lembra que iniciativas relativamente simples, como monitorar os exames preventivos dos segurados, que podem receber em casa um telefonema da operadora lhe lembrando da data de retornar ao médico, têm grande impacto na saúde da população e na economia das empresas. Outro exemplo é a informação que previne a ida desnecessária ao médico e a bola de neve que se segue, com pedidos de exames e procedimentos clínicos. “Pesquisas mostram que mais de 60% das pessoas que vão aos serviços de atendimento de urgência não deveriam estar ali”, completa.

Fonte: Estado de Minas - 05/09/2009

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