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Por que só o BC daqui não baixa juro? Orientação ortodoxa do Copom

Mais uma vez na contramão dos principais bancos centrais do mundo, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) brasileiro interrompeu a queda da taxa básica de juros (Selic).

Ao manter, por unanimidade, a, Selic, em 8,75% ao ano, sem viés de baixa ou alta, deixou o Brasil na desconfortável posição de detentor do quarto maior juros reais do mundo, segundo cálculo da Uptrend Consultoria Econômica..

Embora a economia do país ainda não tenha recuperado os índices anteriores a outubro de 2008, quando se acirrou a crise internacional, o BC continua usando preocupações futuras com a inflação para não baixar a Selic aos mesmos níveis dos juros mundiais.

"Tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 8,75% ao ano, sem viés, por unanimidade".

E segue: "Levando em conta, por um lado, a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro, e por outro, a margem de ociosidade dos fatores produtivos, entre outros fatores, o comitê avalia que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a manutenção da inflação na trajetória de metas ao longo do horizonte relevante e para a recuperação não inflacionária da atividade econômica", alega a burocrática nota do Copom.

A professora de Economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Maria Beatriz David lembrou que índices de preços divulgados esta semana mostraram, em sua maioria, não haver risco de inflação.

Já o presidente do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro (Corecon/RJ), Paulo Passarinho, destacou que a manutenção da Selic deve-se à "política econômica e, principalmente, da orientação da diretoria do BC".

Passarinho criticou a forma como o BC enfrentou a crise, mantendo os juros altos, especialmente no auge da crise, ano passado. "Foi uma resposta, na verdade, retardada", disse.

Fonte: Agência DIAP - 04/09/09

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