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Combinação perfeita: private label e seguros massificados

O uso de cartões como meio de pagamento entre os consumidores aumentou significativamente nos últimos anos. Em 2002, foram movimentados R$ 1,4 bilhões em transações com cartões. Em 2007, esse valor chegou a R$ 4 bilhões. Segundo Marcelo Teixeira, diretor comercial da Assurant, o mercado segurador descobriu as oportunidades advindas da oferta massificada de seguros via cartão de crédito. “Em 2002, o único meio de pagamento de seguros era o boleto bancário”, contrapõe.

Os gastos com o cartão de plástico se dividem da seguinte forma: 70% das transações são feitas em débito, 66% em crédito e 35% são referentes a cartões de loja. “Comparado ao resto do mundo, o Brasil ainda tem muito a caminhar em termos de uso do cartão como moeda de compra”, diz o executivo, o que aumenta as chances de crescimento de mercado para os seguros massificados. “As pessoas também utilizam o cartão para a compra de produtos financeiros, como é o caso do que acontece com o private label”.

Para Teixeira, o consumidor que usa um cartão tem duas preocupações: roubo e clonagem. “Ele tem medo de, por alguma razão, perder a capacidade de quitar a fatura do cartão”. Com base nessa percepção, o primeiro seguro que surgiu foi para perda e roubo, e posteriormente outros produtos de proteção como para clonagem, proteção financeira e extensão garantida. “No caso da proteção financeira, o segurado tem o valor da fatura coberto, dependendo do valor, em caso de invalidez, perda de incapacidade de empregabilidade, entre outras ocorrências”.

Atualmente, são raros os cartões que não tem proteção para perda e roubo. “O valor do prêmio é baixo, mas isso demonstra a grande percepção do consumidor em relação a isso. Existem consumidores que pedem esse tipo de seguro logo no balcão”, explica.

Nesse mercado, a grande aposta está no seguro prestamista não associado ao desemprego e também na extensão de garantia. Grandes redes, como C&A, Riachuelo e outras, tem ofertado produtos de seguros para os consumidores. Para impulsionar as vendas, Teixeira diz que é importante investir no treinamento da força de venda, na criação de um 0800, na disponibilização de material de venda informativo e eficiente, entre outros. “E é importante também criar um canal para facilitar ao cliente o cancelamento do produto”.

Fonte: CCMCC - 14/08/09

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