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70% dos planos de saúde têm baixa classificação

A maior parte dos planos de saúde de Juiz de Fora (nove dos 13 pesquisados) obteve avaliação baixa pelo Programa de Qualificação em Saúde Suplementar da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Eles receberam notas entre zero e 0,39, desempenho abaixo do esperado. Já o Bradesco Saúde foi classificado como muito bom e a Unimed, bom. O Centro de Reabilitação Oral Especializado (Croe) e o Golden Cross conquistaram desempenho médio (ver quadro).

Este é o resultado da terceira fase do programa de qualificação da ANS, iniciado em 2005. Segundo o coordenador, Afonso Reis, este ano foram implantadas mudanças em relação à última pesquisa, como a ampliação de 11 indicadores na atenção à saúde, de dois na avaliação econômico-financeira e sete na estrutura operacional. Além disso, foi incluído um novo quesito: a satisfação dos usuários.

“Ajustamos alguns itens para medir melhor o desempenho das operadoras. Na satisfação dos beneficiários, analisamos se os planos foram multados por queixas, se possuem ações e o indicativo do tempo de permanência da pessoa com sua operadora.”

O superintendente do Procon, Eduardo Schröder, já vê ganhos que podem ser reflexo deste tipo de avaliação e contabiliza a redução do volume de queixas no órgão nos últimos anos.

“Plano de saúde era um dos setores que lideravam reclamações até pouco tempo atrás. Com a implantação de novas regras e a regulamentação do mercado, já é possível ver uma melhor qualidade na prestação do serviço”.

Schröder também lembra que o índice pode auxiliar o consumidor até em uma possível troca de operadora. A partir de abril, estará disponível a portabilidade de planos de saúde, sem carência nas migrações de planos individuais e familiares.

Detectar e agir

Para o coordenador da avaliação, o índice tem dois objetivos: “Com o programa, damos oportunidades para que as empresas detectem suas falhas e ajam sobre elas. Também fornecemos aos consumidores uma ferramenta a mais na hora de escolher seus planos. Não queremos apenas classificar, mas estimular o setor a ganhar mais qualidade.”

No Brasil, apenas 0,4% das empresas obtiveram a nota máxima. Cerca de 15% conseguiram um desempenho considerado bom (de 0,60 a 0,79). Grande parte das operadoras (ou 40%) teve nota média, entre 0,4o e 0,59. De acordo com a agência, a metade dos consumidores brasileiros está nesta faixa.
Operadoras questionam critérios usados pela ANS

Entre as operadoras mais bem colocadas de Juiz de Fora, com índice na faixa de 0,60 a 0,79, a Unimed comemora a classificação. O presidente da cooperativa, Hugo Borges, recebeu a notícia com satisfação. “Isso mostra que estamos trabalhando com seriedade.

Temos uma preocupação muito grande em atender a todas as normas da ANS e fazemos um grande planejamento para isso.” Para o sócio e vice-presidente da Croe, Adriano Lima Caldas, o resultado também não causou tanta surpresa. “Estamos trabalhando para aprimorar mais nossos serviços e a meta é melhorar a cada ano.”

Já o diretor geral do Plasc, Gilberto Quinet, justifica a baixa pontuação (na faixa de 0,20 e 0,39) devido as mudanças no sistema do plano ocorridas durante a avaliação da ANS.

“Implantamos um novo sistema a partir de agosto de 2007 e acabamos perdendo algumas datas e a agência interpretou como inconsistência de dados. Em alguns índices que não têm relação com o sistema recebemos uma nota muito alta, como é o caso da satisfação dos beneficiários.”

A coordenadora administrativa da Uniodonto, Paula Paredes, questiona o fato de os critérios utilizados para planos médicos e odontológicos serem os mesmos.

“Caímos em função dos aplicativos da ANS. Eles usam padrões que dificultam a interpretação dos objetivos, já que são muito voltados para planos de saúde. Deveriam fazer uma avaliação específica para os odontológicos.”

Para a diretora da Clínica Médica Integrada (CMI), Stela Bittencourt Camilo, a pontuação baixa da operadora deve-se ao fato de o plano ser apenas ambulatorial. “A ANS classifica todos os planos juntos e quando deixamos de completar algo que não fazemos, como um parto prematuro, por exemplo, eles classificam como inconsistência de dados enviados e ficamos com uma pontuação ruim.”

Ela diz ainda que em todos os índices ambulatoriais o plano aparece com boa classificação. O gerente administrativo do Prontomédico, Airton Soares, também avalia que a pontuação ficou abaixo das expectativas.

“Apesar de termos conseguido nota máxima em alguns dos indicadores, o índice ficou abaixo do que esperávamos, pois entendemos ter cumprido todas as normativas da ANS.” Ele informou que, nos próximo dias, será enviado pedido de reconsideração à Agência Nacional de Saúde.

A gerente da Clamp, Edda Turrini, explica que a empresa não comercializa mais planos e apenas mantêm os clientes já cadastrados antes da Lei 9.656/98, que passou a regulamentar os serviços.

“Nossa segmentação é medicina do trabalho. Temos apenas uma carteira que não passa de 200 clientes.” Segundo o gerente da operadora, Kircle Tavares, a nota zero foi dada por conta de insuficiência de dados.

“Estamos providenciando a documentação para enviar à ANS e tentar reverter essa classificação.” As demais operadoras foram procuradas, mas não se pronunciaram, até o fechamento da edição.

Fonte: Plurall - 02/03/09

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