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Operadoras têm 90 dias para se adaptar à TUSS

As operadoras de planos de saúde têm, agora, mais 90 dias para se adequarem à Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS).

Segundo Instrução 34 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada no último dia 13, do dia 01 de abril a 30 de junho as operadoras devem verificar todos os procedimentos médicos-hospitalares junto aos prestadores para que todos sejam unificados.

Assim que terminar o prazo dado à adaptação das operadoras, começa a contagem de novos 90 dias para que o restante do setor se adeque à codificação única.

De acordo com a gerente-geral de Integração com o SUS da ANS, Jussara Macedo, a medida tem o objetivo de concretizar o padrão TISS, no tocante às nomenclaturas e codificações dos procedimentos.

Os prazos, segundo ela, foram estabelecidos para que médicos, hospitais e planos de saúde saibam que não poderão mais utilizar outro código que não o definido na TUSS.

A nomenclatura e codificação padronizadas têm na Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) sua base, mesmo que a TUSS, segundo informações da ANS, possua mais procedimentos do que o previsto na tabela criada pelas entidades médicas.

A escolha da CBHPM como referencial, para os médicos foi considerada uma vitória porque, desta maneira, as operadoras são obrigadas a aderir à CBHPM, ainda que os valores de cada procedimento ainda tenha de passar por negociação.

Na verdade, a ANS espera que, durante o período dado às operadoras para adaptação à TUSS, as empresas negociem com seus prestadores os valores dos procedimentos para que, depois, não aja supressão de alguma cobertura, além da prevista no rol de procedimentos.

A atualização do rol, em vigor desde abril do ano passado, também vai exigir que outras especialidades que passaram a ser cobertas obrigatoriamente, como psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia, participem da formulação definitiva da TUSS.

Além disso, para órteses e próteses, a ANS terá de recorrer à parceria com os hospitais para levantar o nome de cada peça, já que a lista da Anvisa se restringe ao registro dos produtos.

Aliás, a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) estão responsáveis por direcionar a concentração dos procedimentos e materiais que devem ser arrolados na TUSS.

A unificação das terminologias deve gerar, ainda, a redução das divergências quanto às terminologias dos procedimentos, que podem deixar clientes sem cobertura.

Segundo Jussara Macedo, se todo o setor estiver caminhando debaixo do mesmo padrão, a saúde suplementar irá agir de maneira mais produtiva, permitindo o aumento da qualificação de toda a cadeia produtiva, uma vez que também padronizará o objeto de fiscalização.

Fonte: Plurall - 20/02/09

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