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O custo dos planos no foco

Uma das grandes preocupações dos que vão se aposentar diz respeito ao custo de planos de saúde e suas coberturas efetivas.
Para evitar problemas, é necessário acompanhar as mudanças nas normas do setor e os impactos que apresentam sobre o custo das operadoras, pois isso pode representar aumento nos gastos mensais com o plano. Em abril último, por exemplo, entraram em vigor as regras do novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde (ANS) que, de acordo com operadoras, vai pesar sobre os custos do setor.

A Resolução Normativa 167 (RN 167) ampliou o padrão mínimo de cobertura dos planos, incluindo novos procedimentos médicos, tecnologias e profissionais de saúde. As mudanças foram aplicadas para planos contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou para os planos que fizeram a adaptação para a nova lei de regulamentação dos planos de saúde.

Segundo informações da Agência, a ANS tem coletado informações de despesas assistenciais em seus sistemas para o monitoramento do impacto econômico-financeiro da nova versão do Rol. A partir de janeiro, apresentará a um grupo de trabalho a metodologia utilizada, discutindo com os integrantes do grupo resultados preliminares obtidos e perspectivas para os resultados futuros.

Para os representantes das operadoras, reajustes autorizados pela ANS estão abaixo da inflação do setor de saúde e a estrutura de custos das empresas do setor poderá sofrer um impacto negativo. O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Souza, aprovou a iniciativa da ANS, mas disse que a atualização, sem repasses imediatos dos custos, poderá pesar no equilíbrio financeiro das empresas.

Estas atualizações são feitas constantemente pelas operadoras. O que a ANS fez foi acrescentar uma grande quantidade de procedimentos de uma só vez. Num estudo preliminar, calculamos que isso represente um aumento de 8% nos custos, mas ainda é cedo para avaliar com precisão os efeitos disso, pondera o presidente da Abramge.

Para ele, o ajuste feito pela ANS é linear e não considera as variações regionais do país. Ninguém pode pensar que teremos o mesmo efeito da RN 167 no Nordeste e no Sul do país. Vamos nos reunir a partir de janeiro para, juntos, debatermos aspectos técnicos, jurídicos e econômicos, acrescenta Souza.

O presidente da Abramge alerta também para os impactos da crise financeira mundial sobre o setor de saúde. Ele afirma que se a cada ano o número de procedimentos aumentar na mesma proporção da RN 167, será insustentável para operadoras e clientes. Antes os empresários custeavam 100% dos planos de seus funcionários. Hoje, a maioria paga apenas uma parcela. Se aumentarmos o custo em épocas de crise, ele diminuirá a parcela paga e isso irá refletir no bolso do consumidor, explica.

A diretora executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Mendes, diz que ainda não se poder mensurar o valor do impacto para as operadoras, mas é certo que as pequenas serão mais atingidas que as de grande porte. A FenaSaúde participará de todas as conversas e vamos ver os estudos que a ANS apresentará nas mesas de debate, confirmou Solange.

Para o superintendente médico da Unimed-Rio, Eduardo Assis, as determinações foram positivas, mas fez ressalvas quanto ao custo. O problema é quem vai financiar isso. Precisamos analisar a relação custo-benefício entre a incorporação do procedimento e o impacto que trará ao consumidor, mas não temos como avaliar isso neste momento, diz.

O diretor técnico da Golden Cross, Franklin Padrão Jr., também disse concordar com a atualização de procedimentos, mas frisou a necessidade de contrapartida financeira. O custo médico sobe muito mais que a inflação e nem sempre as pessoas podem arcar com este aumento. Isso é que nos preocupa. Determinados procedimentos têm custos desproporcionais para alguns clientes, comentou Padrão Jr.

A Amil, de acordo com o diretor técnico da empresa, Antonio Jorge Kropf, fez os ajustes necessários ao novo rol de procedimentos. Ele não fez ponderações sobre o custo da determinação da ANS, e explicou que entre as principais mudanças implementadas está a orientação para que a solicitação para novos benefícios seja feita por meio de uma indicação do médico que já atenda o beneficiário.

Se os representantes das operadoras se mostram preocupados em relação ao impacto das atualizações de procedimentos, os consumidores aprovaram. O publicitário Rodrigo Habib disse ter ficado satisfeito com a atualização de procedimentos e tecnologias. Além disso, elogiou a postura transparente do plano que usa. A operadora entrou em contato comigo para informar sobre a atualização do plano. Hoje tenho mais vantagens e benefícios. Isso confere maior confiança para o usuário, afirmou.
 
Fonte: Plurall.com - 22/12/08

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