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BC pode voltar a mexer no compulsório para ajudar financiamentos do BNDES

BRASÍLIA - O Banco Central (BC) estuda uma nova liberação de compulsórios para viabilizar fonte de financiamento ao setor produtivo. Serão recursos para viabilizar a linha de R$ 10 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para capital de giro a micro, pequena e média empresa, informou o presidente do banco, Luciano Coutinho.
Ao deixar audiência no Senado, Coutinho disse que está negociando a medida com o BC e a Fazenda, e que espera uma resposta "ainda esta semana".
 
Há duas semanas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o BNDES foi autorizado a captar recursos no interbancário, no valor de até R$ 10 bilhões, para repasse a capital de giro de pequenos empreendimentos como medida anticrise, diante da escassez de crédito bancário interno decorrente da turbulência financeira internacional.
 
Coutinho disse que, "voluntariamente", a Caixa fez um empréstimo em CDI (certificado de depósito interbancário) de R$ 2,5 bilhões ao BNDES para essa linha. Mas faltam R$ 7,5 bilhões e a "secura" das operações interbancárias está dificultando a formação desse funding.
Ele explicou que propôs então ao BC e à Fazenda, liberar depósitos compulsórios dos bancos que quiserem emprestar ao BNDES. A exemplo do compulsório liberado pela autoridade monetária para que os bancos comprem carteiras de crédito ou instituições financeiras pequenas em dificuldades de liquidez.
"Estamos negociando e tudo indica que haverá uma resposta satisfatória esta semana", explicou Coutinho ao Valor.

Em exposição na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, ele disse que essa captação no mercado terá um custo teto de 104% do CDI para o BNDES.
"É uma iniciativa transitória e anticrise, enquanto a recomposição do crédito não é satisfatória", disse Coutinho aos senadores, lembrando que o crédito não pode ser paralisado, para garantir que a economia brasileira cresça em 2009, "mesmo em ritmo mais moderado do que agora", afirmou.
 
(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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