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Consumidores e empresas já enfrentam juros maiores

Os consumidores brasileiros continuam a se deparar com taxas de juros ascendentes e já enfrentam prazos menores para quitar os produtos comprados a crédito por causa da crise financeira global. Segundo a Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média do crédito para as pessoas físicas passou de 7,39% ao mês em agosto para 7,46% em setembro. Os empréstimos também estão mais caros para as empresas, com taxas que saíram de 4,27% em agosto para 4,36% no mês passado. Os prazos de financiamento, por sua vez, foram reduzidos. Para veículos, passaram de 72 para 60 meses. Para bens diversos como eletrodomésticos da linha branca, linha marrom, móveis e computadores, foram reduzidos de 36 para 24 meses.

“A elevação dos juros é culpa da taxa Selic (juros básicos da economia, fixados pelo Banco Central). No caso da redução do volume de crédito, a culpada é a crise”, afirma o vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira. Segundo ele, esse é o maior nível de juros ao consumidor desde 2006. Por outro lado, também é a primeira vez que houve redução dos prazos de concessão de crédito nos últimos anos. Dados da Anefac mostram que a taxa média das operações de crédito para pessoa física em setembro teve elevação de 0,07 ponto percentual, passando de 135,27% ao ano em agosto para 137,12% no mês seguinte. Nos juros destinados a operações de crédito para pessoa jurídica, o avanço foi de 0,09 ponto, de 65,16% ao ano em agosto para 66,88% ao ano em setembro.

Na avaliação de Oliveira, o comportamento é reflexo do agravamento da crise financeira internacional, que provocou elevação dos juros futuros e da taxa Selic, que em setembro subiu para 13,75% ao ano. Para ele, o consumidor já começa a sentir os efeitos da instabilidade internacional, por conta da redução dos prazos e também porque as instituições financeiras estão mais seletivas na concessão de crédito e considerando o grau de endividamento da população. “Se a confiança do mercado for restabelecida, as taxas e os prazos tendem a melhorar gradativamente”, acredita.

A comerciária Regina Célia Ramos Cidral e seu marido, o comerciante Renato Soares, não se assustaram com o encarecimento do crédito e nem com o encolhimento do prazo de pagamento. Na tarde de terça-feira, eles comemoravam a aquisição de um automóvel zerinho em folha, parcelado em 60 vezes, com juros de 1,65% ao mês. O casal conta que estava analisando a possibilidade de fechar o negócio há três meses. “Houve um aumento de 0,30 ponto percentual desde quando começamos a pesquisar. Chegamos a encontrar taxas de 1,30% ao mês”, diz Renato Soares. Na cotação mais recente, contudo, as taxas mensais chegavam a 1,79%. “Não nos intimidamos porque pode ser que essa taxa suba amanhã. É melhor garantir a taxa de hoje”, raciocina Soares. Questionado sobre se teria se arrependido por não ter adquirido o veículo antes da crise, o empresário afirma que não. “Naquele momento nossa condição não permitia”, explica.

Maurício Turquia, gerente de vendas da Garra Veículos, onde o casal comprou seu carro novo, confirma que há 30 dias trabalhava com prazo de 72 meses, mas agora o prazo máximo é de 60 parcelas. Segundo ele, até então, 20% dos automóveis vendidos eram levados em 72 vezes. “Os juros aumentaram de 1,55% para 1,74% em média (para 60 meses), mesmo assim não houve redução nas vendas”, garante, mostrando como prova a concessionária lotada. “Houve um cliente que já tinha feito a negociação e, quando resolveu fechar, se deparou com o aumento de juros. A prestação dele aumentou R$ 80, mas o negócio foi fechado assim mesmo”, sustenta.

Segundo a Anefac, diversas instituições financeiras já começam a exigir entrada de 10% a 20% na compra de veículos.

Fonte: Jornal Estado de Minas

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