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Opinião: gestão de custos hospitalares na encruzilhada da saúde suplementar

A assistência hospitalar é uma das maravilhas do nosso tempo. A cada dia, os hospitais de todo o mundo reúnem milhões de pessoas ao redor do bem mais precioso que possuímos: nossa saúde.

Existem diversos elementos conhecidos que compõem o cenário atual em que os hospitais desempenham sua atividade. Podemos destacar alguns deles e citar o perfil sócio-demográfico e epidemiológico da população, a gestão de recursos humanos, o desenvolvimento de novas tecnologias, o papel do médico, os direitos dos cidadãos, assim como as estratégias políticas e governamentais.

O contexto atual da saúde brasileira acrescenta a esse cenário a presença de um grande mercado de saúde privada, que tem um papel predominante no sistema de saúde suplementar, com mais de 40 milhões de beneficiários e cuja despesa é equivalente a 2% do PIB do País. Os hospitais - como parte fundamental da cadeia produtiva dos serviços de saúde - representam também uma peça chave da complexa relação entre fornecedores e clientes que formam esse sistema.

Apoiado pelo desenvolvimento econômico do país, o mercado de saúde suplementar tem crescido a um ritmo forte superior a 10% durante os últimos anos. Contudo, há algum tempo, houve um grande aumento dos custos associados aos serviços e aos produtos sanitários. Como conseqüência, todos os agentes envolvidos no sistema que estão em busca de novas estratégias organizacionais de sobrevivência procuram atrair para o seu lado o apoio dos órgãos reguladores.

Desde o início dos anos 90, as operadoras de planos de saúde têm apostado na verticalização dos serviços e, apoiadas na recente entrada de capital, aumentaram o número de hospitais pertencentes a esses tipos de instituições em aproximadamente 500 unidades. Esse fato, unindo a redução dos leitos hospitalares que implica a prestação de serviços de maior complexidade com a concentração dos recursos e tecnologia, aponta para o fim dos pequenos hospitais não especializados.

Por outro lado, são muitos os exemplos que expõem a falta de integração entre os elementos do processo produtivo e a escassa viabilidade de um sistema de saúde suplementar que baseie a competitividade na transferência de custos e riscos entre os agentes. Em algumas ocasiões, parece não estar clara a linha divisória que separa os resultados econômicos e a qualidade da assistência.

Em relação às alternativas propostas, a maior parte delas defende o estabelecimento de novas formas de relacionamento entre todos os stakeholders, baseadas em alianças e terceirizações que são entendidas por todos os participantes como relações "ganha-ganha" com um objetivo comum: a saúde dos usuários do sistema.

Em todas essas iniciativas, desempenha um papel fundamental o conhecimento do custo de produção dos serviços hospitalares. Chama a atenção que sua natureza não seja ainda bem compreendida pelos hospitais, apesar do grande, embora ineficaz, esforço investido pelo sistema no seu controle.

Assim mesmo, é reconhecida a importância de compartilhar informações entre os diferentes setores. Por isso, iniciativas como a Troca de Informação de Saúde Suplementar são, em geral, bem acolhidas.

O objetivo não é retornar aos modelos fee for service nem perseguir a redução de custos como um fim em si mesmo, de forma separada e com a visão em curto prazo, e sim estabelecer um cenário de competência justo e baseado na criação de valor para o paciente.

Para alcançar esse objetivo, é necessário definir um modelo que integre e reconheça a contribuição de todas as atividades que intervêm no cuidado da saúde, desde as preventivas até as substitutivas (home care ou day clinic), passando pelo imenso leque de serviços essencialmente hospitalares.

Neste sentido, a implementação de metodologias e sistemas de informação que permitam conhecer o custo de produção, associada aos diferentes serviços hospitalares e sua contribuição na cadeia de valor, permitirá aos agentes do sistema competir em um mercado em que a função de cada um é conhecida, valorizada e respeitada.

Fonte: Plurall.com

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