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Copom eleva Selic para 13%; quem pensou que não podia piorar enganou-se

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central  surpreendeu para pior ao "corrigir" em 0,75 ponto a taxa básica de juros (Selic), que subiu para 13%, a taxa mais elevada em 18 meses. As duas "correções" anteriores tinham sido de 0,5 ponto percentual. Trabalhadores se concentraram em vigília de protesto diante das sedes do BC em Brasília e cinco capitais brasileiras, por "menos juros, mais desenvolvimento", mas os membros do Copom não deram ouvidos ao seu clamor.

Segundo os membros do Copom, formado por sete diretores do Banco Central, foi preciso elevar a taxa para conter o aumento do consumo interno e manter a inflação o mais próximo possível do centro da meta de 4,5% ao ano. A decisão foi unânime.

1,75 ponto em três meses

"Avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13,00% ao ano sem viés", diz o lacônico comunicado divulgado após o encontro, como de praxe. A ata da reunião só será conhecida em 31 de julho, quinta-feira da próxima semana.

Na última reunião, no início de junho, o Copom havia aumentado a taxa de juros de 11,75% para 12,25% ao ano. Em abril, a alta foi também de meio ponto percentual, com a taxa passando de 11,25% para 11,75%. Antes, desde setembro do ano passado, a taxa básica de juros (chamada de Selic porque remunera os títulos depositados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia) estava estacionada em 11,25%.

Ortodoxia extremada


A ata desta reunião será divulgada em 31 de julho, quinta-feira da próxima semana, às 8h30. A próxima reunião do Copom ocorre nos dias 9 e 10 de setembro. Depois, serão outras duas até o fim do ano, em outubro e em dezembro.

A sucessão de aumentos de 2008 é a terceira que a Selic sobe no Governo Lula – as outras foram nos primeiros meses do Governo e em 2004-2005 – mas só primeira delas usou elevações tão drásticas. O Brasil permanece com uma das mais altas taxas de juros do mundo, como mostra o gráfico acima.

A recente onda inflacionária de alimentos, que atinge o mundo e também o Brasil, dividiu as opiniões sobre a taxa de juros. Mesmo na ala desenvolvimentista do pensamento econômico e da equipe do Governo Lula, uma parcela passou a admitir a necessidade de elevar a Selic, enquanto outra defende um combate à inflação focado no aumento da oferta de alimentos. A decisão desta quarta, porém, mais uma vez colocou o Copom na extrema direita do leque de opiniões sobre o tema.

Fonte: diap.com

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