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Os próximos passos dos sistemas integrados de informações e de gestão em saúde

O professor Valdir Borba conta como vai ser o futuro destas soluções e seu uso nas organizações de saúde

O mundo corporativo na área da saúde tem experimentado uma forte evolução nos últimos dois anos, com perspectiva de que esse fenômeno se acentue em elevadíssima velocidade, tornando-o totalmente ajustado e integrado aos modelos das principais indústrias transnacionais das maiores economias mundiais.

O modelo brasileiro tem dado um salto importantíssimo rumo aos mais desenvolvidos, ganhando rapidamente contornos de gestão estratégica, o que levará a uma sinergia espantosa nos players desta indústria e consequentemente a uma busca imediata de internacionalização de algumas organizações nacionais.

Estamos experimentando mudanças significativas na estrutura física, funcional, organizacional, patrimonial, acionária e de governo nas organizações de saúde, onde se destacam a abertura de capitais e a verticalização, o que tem provocado alterações significativas na economia do setor, inclusive no market share das organizações desse mercado.

Em nosso país, esse processo de desenvolvimento e inovação é observável, mas ainda com grandes pontos e estratégias a seres ajustadas e implementadas, onde se destacam dois pontos cruciais. No primeiro plano, a governança e a sustentabilidade e, no outro, a gestão efetivamente estratégica, que permita a inserção efetiva de seus modelos e estilos inovadores e evolutivos já aplicados em outras grandes economias mundiais.

Além dos novos modelos de governança visando o desenvolvimento da governabilidade e da sustentabilidade dessas organizações, que precisam, rapidamente, ser incorporados pela maioria, estamos presenciando uma mudança significativa nos aspectos de verticalização com incorporações e especialmente com a ampliação de rede própria, inclusive no segmento cooperativista do sistema de saúde suplementar, com destaque para estratégia das Unimeds, no sentido de constituir recursos próprios junto às operadoras, com inserção de novas unidades de negócios, especialmente hospitais, laboratórios, farmácias privativas, medicina preventiva, home-care e gerenciamento de crônicos.

Com o crescimento das classes C e D, as operadoras têm desenhado planos que possam atendê-las. As cooperativas médicas também têm despertado para essas camadas sociais, o que leva além da criação de novos produtos, à diversificação nas instalações, com inserção de núcleos e unidades especiais para atender a essa nova clientela.

O modelo assistencial, sonhado e que vem sendo sublimado e sutilmente construído a partir da ANS, demonstra claramente o caminho a ser seguido, ou seja, a busca de rápido aprendizado de práticas do setor público-assistencial, no que concerne a métodos evolutivos do modelo assistencial, adaptados ao modelo de gestão empresarial, ou seja, com o foco na medicina preventiva, na promoção da saúde e na educação em saúde, como forma de reduzir a dependência do modelo puramente curativo, centrado na assistência hospitalar, e especialmente reduzir riscos, retardar eventos graves e essencialmente diminuir custos e, com isso, o fazer em casa ou na própria rede tem sido a estratégia da vez, tanto do segmento privado quanto das cooperativas.

Independente das mutações e evoluções corporativas e do modelo assistencial, o ponto mais crucial da questão está no modelo de gestão das organizações de saúde, que carece de efetiva implantação e disseminação de um sistema de gestão de informações efetivamente integrado e que possa relacionar operadoras, consultórios, núcleos de especialistas, hospitais, laboratórios, farmácias e todas as inúmeras unidades de negócio que a organização possa oferecer por meio de sua rede própria e/ou contratada, e que ao mesmo tempo possa suportar ferramentas estratégicas robustas, para uma gestão rápida e decisiva.

Com raras exceções, representadas pelas grandes operadoras e hospitais, que já identificaram e tratam essa questão de maneira bastante profissional, as médias e pequenas organizações de saúde, operadoras e hospitais, não se apercebem ou não tem acesso a esses diferenciais estratégicos que são disponibilizados ou que deveriam ser, por sobre essas grandes plataformas de sistemas de gestão.

A lição de casa da gestão em saúde está no sistema integrado de gestão de informações que permita essa inovação e esse desenvolvimento estratégico. O passo seguinte está na implantação e na gestão do portal com BI que dê dinâmica estratégica para essa gestão, por meio do planejamento, orçamento e controle estratégico alinhados pelo Balanced Scorecard (BSC), Auditorias, Contas Auditadas, Bússola financeira, Customer Relationship Management (CRM) e outros instrumentos essenciais à decisão estratégica e que levem à excelência na gestão.

No momento, o sistema integrado de gestão da informação é a ferramenta basal e imprescindível de suporte comum para esses instrumentos estratégicos, que devem ser rapidamente implementados, se a organização não quiser ficar para trás e perder competitividade, pois o maior instrumento de gestão é o sistema de informações tratadas no Banco de Dados e disponibilizadas na velocidade da luz para os gestores aplicarem no processo decisório dinâmico que o mundo moderno exige.

O futuro imediato de nosso sistema de informações em saúde já é presente em boa parte do mundo, onde se inclui o prontuário do próprio usuário sendo gerido de forma compartilhada com o cliente e com protocolos clínicos com padrão mundial.

O Cartão da realidade virtual, como cartão de saúde e com prontuário completo do cliente e os sistemas com protocolos internacionais da medicina baseada em evidências é o presente do futuro que se faz agora, em que se incluem também as academias de saúde, fitness e educação em saúde, figurando nos portfólios dos planos como obrigatoriedade estratégica de redução de custos, o que nos levará aos conceitos de clientela adstrita a profissionais e aos núcleos de especialidades, além da distribuição e gerenciamento de uso de medicamentos e outras práticas.

Rapidamente, teremos essas inovações como exigências em nosso país, e cabe às empresas provedoras de sistemas de informações e de gestão em saúde estarem atentas a essas exigências do mercado, disponibilizando rapidamente essas inovações e colaborando no ensino, treinamento e, especialmente, na assistência à gestão nesse setor. Esse é o próximo passo.

*Valdir Ribeiro Borba é Docente Convidado da FGV Management, Coordenador do MBA de Gestão de Recursos Próprios da Fundação Unimed e Executivo de Recursos Próprios da Unimed Vale do Aço.

Fonte: Plurall.com

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