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Fundos do Bancoob perdem até 25% em um único dia

Os outrora premiados fundos do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob) passaram por uma transformação profunda nos últimos dias. Na virada do mês, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) agiu para que fosse corrigida a contabilização de opções - direito de comprar ou vender um ativo a um preço predeterminado numa data futura - de juro e dólar que estavam sobrevalorizadas nas carteiras. Por conta das determinações da CVM, os fundos do Bancoob perderam até mais de 25% em um único dia.
 

 Segundo Carlos Alberto Rebello Sobrinho, superintendente de relações com investidores institucionais da CVM, a área de supervisão do mercado identificou a distorção. Não havia compatibilidade entre a complexidade da carteira de alguns dos fundos do Bancoob e a baixíssima variação das cotas dos fundos. A redução total do patrimônio de apenas três fundos da entidade, que somavam R$ 830 milhões, foi de mais de R$ 100 milhões em um dia, pelo ajuste determinado.
 

Outra mudança foi a decisão, em assembléias, dos maiores investidores - principalmente as 14 entidades que fazem parte do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) - de restringir seus fundos multimercados a apenas investidores qualificados. No mesmo momento, os estatutos dos fundos da gestora foram transformados para aumentar os limites de exposição a títulos de crédito, principalmente aqueles emitidos por empresas ligadas ao próprio Sicoob.
 

Segundo a Associação Nacional de Bancos de Investimento (Anbid), em maio, o Bancoob administrava R$ 1,25 bilhão, volume que o colocava como 38º no ranking. Desse total de recursos, 70% estavam alocados em fundos multimercados. Apenas em maio, porém, a administradora teve saques da ordem de R$ 173 milhões.
 

O responsável pela administração das carteiras, Fernando Rogério Diniz, diz que foi cumprida a determinação da CVM. Sobre a mudança no rumo da gestão e a assembléia que decidiu restringir os fundos - antes abertos a qualquer um com mais de R$ 1 mil - para aplicadores qualificados, ele diz que faz parte de uma decisão do Sicoob de tentar manter os recursos aplicados pelas cooperativas dentro do próprio grupo. O novo estatuto do fundo FCC, em vigor há um mês, prevê que até 50% do patrimônio do fundo poderá ser aplicado em Cédulas de Crédito Bancário (CCB) ou demais títulos de dívida, desde que estes sejam emitidos por filiadas do Sicoob.
 

De acordo com o gerente da gestora de recursos do Bancoob, Gustavo Bezerra de Albuquerque, as carteiras já têm sido alinhadas a essas novas diretrizes, embora isso tenha sido feito com cautela, para não causar grandes impactos nas cotas dos fundos. Segundo ele, não houve, porém, alteração drástica no conteúdo das carteiras que representasse as perdas acumuladas no mês. Tratou-se apenas, portanto, de correções no cálculo de preços dos ativos que já faziam parte dos fundos. Essa marcação fica a cargo do administrador, que, apesar de fazer parte do mesmo grupo, é uma empresa separada daquela responsável pela gestão.
 

Albuquerque assumiu a gestão dos fundos do Bancoob após a saída de Felipe Ribeiro, que, no no fim do ano passado, deixou a gestora quando ela administrava R$ 2 bilhões para gerir os multimercados da SulAmérica. No Bancoob, Ribeiro ganhou destaque na gestão de fundos multimercados, principalmente operando juros futuros. Por anos seguidos, a gestora das cooperativas acumulou prêmios no setor. Albuquerque diz que vinha mantendo a estratégia de gestão antiga dos fundos mais sofisticados, fazendo ajustes em poucos papéis, de menor risco e com mais liquidez. Até o mês passado, um dos fundos do Bancoob, o Diamante, possuía mais de 150 ativos diferentes em carteira, principalmente em derivativos, o que demonstra a extrema complexidade da estratégia de gestão.
 

 Agora, das nove carteiras do Bancoob, a única aberta a investidores menores é um fundo de ações, para aplicações a partir de R$ 10 mil. Porém, no site da instituição, nenhum fundo é oferecido. Segundo Diniz, a entidade desistiu de captar recursos entre aplicadores pessoas físicas. "Como teremos papéis com liquidez mais restrita, seria complicado continuar com pequenos investidores de fora do grupo como cotistas", diz. "Mas ganhamos em flexibilidade na gestão dos fundos", completa.
 

Rebello, da CVM, diz que um título adquirido por fundo emitido por empresa coligada exige procedimentos de diligência especiais por parte do administrador. Ele diz que a CVM já atuou e vai continuar a avaliando periodicamente as carteiras do Bancoob.

(Colaborou Catherine Vieira, do Rio)

Fonte: valoronline.com

 


 

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