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Brasileiro aprende a usar juros em favor próprio

A grande oferta de crédito a taxas atrativas está estimulando a classe média alta e a alta a fazer uma jogada de mestre, usando os juros a seu favor. Mesmo tendo dinheiro para pagar determinado bem à vista, como um carro novo ou um imóvel, por exemplo, muitas pessoas têm optado pelo financiamento e aplicado os recursos em algo que seja mais lucrativo. Os números mais recentes divulgados pelo Banco Central mostram a busca frenética pelo crédito. O volume de financiamentos atingiu R$ 1,04 trilhão em maio, o que representa aumento de 32,4% na comparação com o mesmo mês de 2007.

Os financiamentos de veículos, que detêm as menores taxas de juros do mercado, cresceram ainda mais. O saldo do crédito para aquisição de veículos pelas pessoas físicas passou de R$ 88,4 bilhões em maio de 2007 para R$ 126,7 bilhões em maio de 2008, uma elevação de 43,3%, segundo a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef). Como conseqüência disso, as vendas de veículos à vista em relação ao total caíram de 34% em 2004 para 30% no primeiro trimestre de 2008, ao passo que a participação dos financiamentos – leasing e Crédito Direto ao Consumidor (CDC) – teve elevação de 57% para 66%.

O advogado Glaydson Cardoso é um exemplo desse tipo de investidor. Para arrematar as obras de construção de sua casa, ele vendeu seu carro, uma Mercedes 180 Compressor Série C, por R$ 115 mil, usou o dinheiro na obra, e financiou um Honda Civic zero-quilômetro por R$ 75 mil. “Olhei o Construcard da Caixa (linha de financiamento voltada para construção e reforma), mas o volume não me atendia e a taxa de juro era de 1,5% ao mês. Consegui financiar o carro com juros de 1,18% ao mês e com prazo de pagamento mais longo. Fiquei mais tranqüilo e ainda fiz economia”, ressalta. O carro da esposa de Glaydson também entrou na jogada. “Em dois meses, apareceram R$ 300 mil da obra que não estavam orçados, reflexo dos preços do cimento e do aço, que triplicaram. Por isso, passamos a Pajero Sport para a frente, usamos o dinheiro na construção e compramos um Honda Fit zero financiado”, diz.

Essa não foi a única vez que Glaydson usou essa estratégia. O advogado conta que, dois meses depois de comprar um apartamento financiado, ganhou uma causa que lhe rendeu um montante suficiente para quitar a dívida, mas preferiu não empatar o dinheiro. “Preferi deixar o dinheiro aplicado em um fundo de renda fixa, que me rendia o equivalente à taxa de juros de financiamento. Tenho o apartamento quitado e a poupança. Conheço um monte de gente que fez o mesmo e até mudou de opinião depois que contei o que fiz”, revela.

Mesmo tendo condições de pagar R$ 138 mil à vista pela Mitsubish Outlander, o empresário do ramo de construção civil, Júlio Borges, preferiu fazer o financiamento em 24 meses, com taxa de 1,29% ao mês. “Pela taxa de juros que consegui no banco, preferi usar o dinheiro como capital de giro na minha empresa”, afirma. “Há alguns anos , com taxa de 3% a 4% ao mês, não valia a pena fazer isso. Agora, com a concorrência acirrada entre os bancos para financiamento de automóvel, se eu aplicar no mercado financeiro ou em fundos, consigo ter uma taxa de remuneração bem melhor que a da financeira”, observa. Liliane Sarsur, empresária do mesmo ramo, também financiou o Citroën C5, no valor de R$ 60 mil, em 60 meses, pagando 0,49% ao mês. “Como a taxa era atrativa, preferimos aplicar o dinheiro na empresa do que empatá-lo, pagando o carro à vista”, diz.

 
Fonte: Jornal Estado de Minas

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