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Operadoras querem alta de até 8% em planos de saúde

Índice compensaria o aumento dos custos das empresas, de acordo com associação do setor, mas reajuste pode ficar abaixo do esperado. Valor será divulgado apenas em maio pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

As operadoras de saúde querem que os preços dos planos médicos aumentem até 8% este ano. O índice foi informado ontem pelo presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida. Segundo ele, os custos das empresas subiram entre 7% e 8% nos últimos 12 meses, o que justificaria o aumento. Em maio, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai divulgar o novo teto de reajustes.

No ano passado, os convênios reivindicavam reajustes de até 9%, mas a ANS fixou o teto em 5,76% nos preços de planos assinados a partir de janeiro de 1999 - quando começou a vigorar a lei que rege o setor -, desde que as empresas comprovassem aumentos de custos na mesma proporção. Investimentos em equipamentos e novas tecnologias, por exemplo, são levados em conta na autorização para cobrar mais do consumidor final.

No cálculo do teto, a ANS considera a média dos aumentos aplicados em contratos coletivos - os que são fechados por empresas, associações e sindicatos - nos últimos 12 meses. O índice encontrado é usado como referência também para os contratos individuais, o que, segundo a ANS, permite que as pessoas físicas tenham o mesmo poder de negociação que os funcionários de empresas.

Almeida explica que, com essa metodologia, os aumentos autorizados pela ANS ficaram abaixo das necessidades do mercado. Existem novos procedimentos e tecnologias que as empresas são obrigadas a oferecer , lembra o presidente da Abramge. Por isso, os custos crescem, historicamente, o dobro do registrado pela inflação.

No Brasil, o teto autorizado pela ANS ao longo dos anos ( veja gráfico ao lado) não tem, de acordo com Almeida, compensado a alta de custos das empresas. Para 2008, o que nós consideramos razoável é um aumento de 7% a 8%, mas nada garante que isso vá acontecer.

Mais procedimentos
Este ano, um novo fator está pressionando os custos, segundo as empresas: a ampliação do rol de procedimentos médicos obrigatórios.

De acordo com a ANS, como a cobertura ampliada começou a valer em abril, as novas regras não vão influenciar o reajuste a ser anunciado em maio. Almeida afirma, porém, que as empresas passaram a oferecer as novas coberturas - e mesmo assim ficarão impedidas de cobrar mais por isso. São 13 meses que as empresas vão passar sem poder cobrar mais por causa do novo rol de procedimentos , critica.

Atualmente, a Abramge questiona, na Justiça, a obrigatoriedade dos novos procedimentos. Pelas regras, as operadoras foram obrigadas a oferecer cerca de 200 novos serviços médicos, entre eles laqueadura, vasectomia, consultas a nutricionistas, novos tipos de exames de mamografia e de cirurgias.

Almeida diz que os procedimentos não causarão impacto este ano nos preços dos planos antigos, mas os mais recentes - fechados a partir de abril - já estão mais caros.

Fonte: Plurall.com.br

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