Categorias

Arquivo

Tweets

Parceiros

FacPlan - Software para Operadora de Plano de Saúde

FacPlan - Software para Operadora de Plano de Saúde

Com o FacPlan, você tem as ferramentas que precisa para  aperfeiçoar o relacionamento com os clientes, reduzir custos e melhorar seu...
FacCred - Software para Instituições Financeiras

FacCred - Software para Instituições Financeiras

O FacCred é um software integrado de gestão empresarial ERP, desenvolvido para automatizar de forma flexível, segura e altamente ...
Ouvidorias  - Sua operadora já está atendendo aos requisitos da ANS?

Ouvidorias - Sua operadora já está atendendo aos requisitos da ANS?

Você sabe o que é a RN 323? A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) determina através da Resoluç&atil...
ANS disponibiliza arquivos da versão 3.02.00 do Padrão TISS

ANS disponibiliza arquivos da versão 3.02.00 do Padrão TISS

  A Troca de Informações na Saúde Suplementar - TISS foi estabelecida como um padrão obrigatório para as tro...
Computação em Nuvem: Solução para seu banco de dados e servidor

Computação em Nuvem: Solução para seu banco de dados e servidor

Seguindo uma forte tendência na área de produtos e serviços de TI para empresas, a Fácil Informática está ofe...
 FacCard - Sistema eficiente para Administradoras de Cartões

FacCard - Sistema eficiente para Administradoras de Cartões

O seu software vira outro tipo de sistema quando você mais precisa? Auge das vendas, equipes a todo vapor e na hora H ele não funciona c...
A sua agência de Turismo está atendendo as exigência do Banco Central?

A sua agência de Turismo está atendendo as exigência do Banco Central?

A  sua agência de turismo opera câmbio vende/compra moeda ou cartão pré-pago de viagem?   O Banco Central do Bra...
FacGeo - Divulgue sua rede assistencial e atenda à RN 285

FacGeo - Divulgue sua rede assistencial e atenda à RN 285

O FacGeo é uma ferramenta desenvolvida para o atendimento à Resolução Normativa (NR) 285 da ANS, que permite a divulga&cce...
Fácil Informática no Sinplo 2014

Fácil Informática no Sinplo 2014

A 9ª edição do SINPLO - Simpósio Internacional de Planos Odontológicos e Feira de Negócios para as operado...

Mercado não reage bem às mudanças exigidas pela ANS

As mudanças provocadas pelas ações da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) têm trazido impacto indesejado para as operadoras de planos de saúde. De acordo com o presidente da Abramge, Dr. Arlindo de Almeida, as medidas têm "apertado" o mercado cada vez mais, o que pode comprometer a qualidade dos produtos.

"Se por um lado algumas medidas são boas para o usuário, em princípio, por outro lado, são ruins para as empresas. Se apertar as operadoras ainda mais, isso pode afetar a qualidade dos serviços prestados", afirmou. Dr. Arlindo participou, ontem, do Espaço AssPreviSite, que teve como tema "Saúde Suplementar 2008: A ANS define ambiente de mudanças. Como o mercado reage?".

A medida que mais está abalando o mercado, atualmente, é a ampliação do rol de cobertura da ANS. Não pelos procedimentos acrescentados ao rol, como explicou o presidente da Abramge, mas por proibir as empresas de dividir o ônus da atualização com os usuários. A questão, que vai ser levada pelas empresas de medicina de grupo para a Justiça, representa uma demanda reprimida, que será suportada sem receitas. Isto porque a ANS anunciou que não irá incluir o impacto da ampliação do rol no reajuste dos planos neste ano, deixando para calcular este custo, após avaliação, apenas em 2009.

Para as empresas de medicina de grupo, a saída seria flexibilizar a cobertura. Não apenas para que as classes C e D pudessem ter acesso aos serviços como também para baratear os planos para idosos. A cobertura obrigatória para planejamento familiar, por exemplo, será um item descartável para beneficiários acima de 60 anos.

Quanto à portabilidade, Dr. Arlindo acredita que a medida poderá trazer grande complicação para o mercado. Para ele, a iniciativa não tem a urgência com que vem sendo tratada, pelo contrário. A expectativa é que, para a definição das regras, haja, ainda, muita discussão.

A criação de reservas e garantias, apesar de ser uma medida considerada necessária, também será complicada para se tornar realidade. Com a reserva de um percentual do faturamento, acredita-se que as empresas também passarão por um aperto econômico-financeiro.

Para o presidente da Abramge, o que parece é que a agência reguladora estabelece as mudanças sem analisar o impacto que isso pode causar ao mercado. "As mudanças que a ANS tem feito parece que ela desconhece o mercado", disse. Até mesmo a exigência pela adoção do TISS, apesar de ter sido considerado como uma medida positiva, "começou de maneira abrupta".

Segundo Dr. Arlindo, a padronização poderia ter sido feita a partir de um piloto, com as maiores operadoras e hospitais, verificando os problemas e acertando as arestas antes de ser imposto ao restante do mercado.

"Tudo que a ANS faz é teoricamente bom. Mas quando cai na realidade, as coisas complicam", afirmou Dr. Arlindo de Almeida, ressaltando que, de uma maneira geral, "as coisas não estão bem". Uma prova é que a lucratividade das empresas tem ficado, em média, 2% a 3%. Com a ampliação do rol, por exemplo, se o impacto ficar nas bases previstas pela ANS de 1% a 6% - será desastroso para as operadoras.

Quanto à portabilidade, a Abramge afirma que não adianta apenas fazer consulta pública, mas que é preciso conversar com quem entende do mercado. "Do ponto de vista democrático, a consulta pública é benéfica, sim. Tem mesmo de ouvir todo mundo. Mas na hora de decidir, é preciso ver com quem sabe como as coisas funcionam", alegou Almeida.

A entidade aplaudiu, no entanto, a política de qualificação adotada pela ANS, a campanha pelo parto normal, a gestão e medicina preventiva. Mas ressaltou que as decisões da ANS têm pouca abrangência, uma vez que, em sua maioria, atingem apenas os planos individuais e, desta maneira, além de alcançar somente 20% da população beneficiária, ainda desestimula a comercialização do produto.

Fonte: Plurall.com.br

Share

Comment function is not open