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Prestadores alegam que TISS dificultou atendimento

Para prestadores, a idéia do TISS é interessante, mas culpam principalmente as operadoras pelos problemas em relação à padronização

A adoção do padrão TISS (Troca de Informação em Saúde Suplementar) representa, para os prestadores de serviço de saúde, uma "boa intenção", mas que peca pela falta de planejamento e preparação do setor para adotar o modelo. Além disso, entre os problemas já detectados por médicos, hospitais e laboratórios, o aumento de campos de preenchimento nas guias padronizadas acresceu a burocracia, os custos e a demora no atendimento dos pacientes.

A presença de muitas dúvidas sobre a normatização da padronização também é corrente entre os prestadores. Para tanto, seminários, cursos e palestras ainda estão sendo realizados para tentar responder aos principais questionamentos.

Hospitais, médicos e laboratórios são unânimes em afirmar que mesmo com a padronização das guias, as operadoras foram liberadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para colocar outros campos que as empresas acreditem ser importantes. Apesar de serem campos opcionais, os prestadores são "obrigados a responder", sob a ameaça de devolução das guias, atraso no pagamento, ou até mesmo glosas. De acordo com o presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios de São Paulo (Sindhosp), Dr. Dante Montagnana, essa foi uma forma que as operadoras acharam para "driblar" o pagamento na época certa. A opinião é compartilhada pelo diretor técnico do Instituto de Medicina Nuclear e Endocrinologia de Brasília (IMEB), Dr. Alaor Barra Sobrinho. Segundo ele, o TISS tem representado, até agora, uma diminuição no fluxo de caixa dos laboratórios, por causa dos atrasos dos pagamentos, além do gasto com o treinamento de pessoal para se adequar à padronização.

"O TISS é uma idéia interessante, que foi importada dos Estados Unidos, mas que interessa ao Ministério da Saúde, porque ele passa a ter informações epidemiológicas com facilidade e sem custo", afirma Dr. Alaor. Ele aponta, ainda, outro problema: de acordo com as resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM), os médicos estão proibidos de informarem o diagnóstico dos pacientes, o que inviabiliza - ou dificulta - a realização de exames sem as informações do médico. Isso sem contar a não indicação do CPF ou CNPJ do médico responsável. Sem essas informações as operadoras devolvem as guias e, conseqüentemente não efetuam o pagamento.

Segundo o presidente do IMEB, esta situação está criando um "submundo", um mercado ilegal para descobrir os dados dos profissionais para evitar os atrasos nos pagamentos. Além de que, para instalar o software padronizado, as empresas têm indicado serviços terceirizados que, em alguns casos, estão faturando por cada procedimento. "O prestador é quem está sendo mais prejudicado, afinal. A intenção é boa, mas não está sendo aplicada de maneira correta", diz Dr. Alaor.

Hospitais

Para o presidente do Sindhosp, Dr. Dante Montagnana, o despreparo dos prestadores também tem sido um dos fatores para que o segmento tenha concluído a implantação do TISS. Segundo ele, alguns problemas foram detectados:

Sem o treinamento adequado e com o aumento do número de campos a ser preenchidos, as guias saem erradas, além de a burocracia ter sido transferida para o atendimento ao paciente, o que leva a uma maior demora para a realização de consultas e exames.

Algumas operadoras estão obrigando os prestadores a gerar as guias, o que aumentou o custo para as instituições (o fato foi relatado também por representantes médicos).

A preocupação, segundo Dr. Dante, é que o aumento nos gastos se torne um "bolo muito grande" e configure um problema econômico futuramente. De acordo com ele, o programa em si não é um problema, pelo contrário, tem sido visto com bons olhos pelo setor. "é bom pra ANS e para o prestador, já que reúne dados de mercado que ainda não existiam e ajuda a melhorar a fiscalização da agência", afirma. Para Dr. Dante, as operadoras é que estão tentando "desvirtuar" a essência do sistema de padronização.

O Sindhosp possui, em sua página na Internet, um formulário no qual os prestadores podem denunciar os problemas enfrentados com as operadoras. Mesmo assim, segundo Dr. Dante, ainda é cedo para avaliar a impacto geral do TISS.

Médicos

O relacionamento entre os médicos, os pacientes e as operadoras, segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Dr. Eduardo Santana, também foi prejudicado com o TISS. De acordo com ele, o número maior de informações solicitadas dificulta esse relacionamento. Por um lado, apesar de ter sido acordado com a ANS e as operadoras a questão do sigilo de informações, o formato das guias permite que as empresas continuem pressionando os médicos para que preencham o campo opcional do Código Internacional de Doenças (CID-10). Além disso, há um grande número de empresas de planos de saúde que trabalham com o sistema eletrônico, mas muitos médicos ainda não têm acesso à informatização.

Dr. Eduardo diz que o impacto econômico da implantação do TISS está pesando no bolso dos médicos. Isso porque, como lembra, a informatização não é apenas comprar os computadores, instalar o sistema, dar acesso à Internet e treinar funcionários, mas também implica na manutenção de todo este processo. "Se os mecanismos de inclusão digital não forem bem escolhidos, eles fatalmente vão representar um aumento nos custos", afirma.

Conheça a solução Fácil Informática para o TISS

Os consultórios médicos têm um prazo até novembro de 2008 para implantar o padrão TISS. Mas, segundo o presidente da Fenam, ainda há muitas dúvidas, algumas que podem até mesmo ser consideradas simples, mas que se tornam um entrave ao processo de adaptação da medida.

Os médicos, no entanto, vêem no TISS uma oportunidade real de adoção da codificação e nomenclatura da CBHPM como padrão. Para Dr. Eduardo, não vai ser o TISS que vai beneficiar a luta pela CBHPM, mas a decisão da ANS em assumir o rol da Classificação. A expectativa é que este processo continue até a total implantação da tabela, mas para isso, lembra Dr. Eduardo, será necessário desenvolver um segundo instrumento junto as operadoras que trate, exclusivamente, dos valores.

Fonte: Plurall News - Numero 45/2007 - ano 2

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